Terça-feira, 14 de Julho de 2009

As Reservas do MNE - Parte 1

Com excepção dos objectos em exposições, em tratamentos de conservação e restauro ou em empréstimos, todo o acervo do Museu se encontra nas suas áreas de reserva.

O trabalho realizado nestas áreas implica uma caracterização muito pormenorizada (do edifício, das condições de ambiente, das colecções e das actividades que aí decorrem) de forma a ser possível a análise de riscos.

Caracterizando potenciais riscos o Museu pode definir objectivos, metodologias de trabalho e prioridades de actuação que permitam assegurar as melhores condições de conservação para o seu acervo.

As Galerias da Vida Rural foram a primeira área de reserva a ser aberta ao público regularmente. Desde 2000 que é possível visitar esta reserva em grupos pequenos e acompanhados.

Nesta área estão cerca de 4.000 objectos representativos da sociedade rural portuguesa. São vários os sistemas expositivos utilizados: os objectos apresentam-se sobre um estrado ou em vitrina (90%), fora de vitrinas (10%) ou directamente no solo (1,4%). Há ainda, fora ou dentro de vitrinas, objectos suspensos (12%).

A gestão das colecções que se encontram neste espaço respeita os princípios de conservação preventiva definidos pelo Museu, que orientam as acções tendo objectivos bem definidos. Destas acções, e no caso concreto desta área de reserva, são importantes a campanha sistemática de limpeza e tratamentos e a monitorização periódica do estado de conservação dos objectos e dos sistemas expositivos, com particular atenção à análise de riscos pois 12% do acervo encontra-se suspenso e 10% encontra-se fora de vitrinas.

Estes são dois exemplos onde os riscos relacionados com a acção de forças físicas directas (no caso dos objectos suspensos) e com o vandalismo (no caso de objectos fora de vitrina) são acrescidos e onde é necessária uma actuação constante, sobretudo tendo em conta a presença de público.



Vistas gerais de objectos dentro e fora de vitrinas

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Candidaturas a Trabalhos de Verão 2009

O projecto Trabalhos de Verão é um complemento de formação em contexto de trabalho real e em regime de voluntariado que decorre no Museu Nacional de Etnologia.

Avisam-se os alunos inscritos em cursos superiores de Conservação e Restauro que estão abertas candidaturas para participação neste projecto que, em 2009, inclui tarefas relacionadas com a conservação preventiva, melhoria de condições de reserva e a realização de tratamentos de conservação em objectos do acervo do Museu Nacional de Etnologia e do Museu de Arte Popular.

O trabalho decorrerá de 3 Agosto a 4 de Setembro de 2009 no horário de funcionamento do Museu.

Os voluntários receberão a formação necessária e serão acompanhados por profissionais do Museu.

Os interessados deverão submeter as suas candidaturas até ao fim de Junho de 2009. A selecção será feita por entrevista.

Contactar:
Joana Amaral ou Cláudia Duarte
Museu Nacional de Etnologia
Av. Ilha da Madeira
1400 – 203 Lisboa
tel: 213 041 160
fax: 213 013 994
mnetnologia@ipmuseus.pt (assunto: Trabalhos de Verão)

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Ciclo de cinema documental Entre África e Índia. Antropologia e imagem.

Nos dias 4 e 5 de Julho terá lugar no Museu Nacional de Etnologia o ciclo de cinema documental Entre África e Índia. Antropologia e imagem, com a apresentação de oito filmes de Ákos Östör, antropólogo e realizador.

Enquadrado na Summer School Lisbon 2009 do ISCTE-IUL/ Brown University, o filme Singing pictures é precedido de uma visita à exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, às 14h de sábado, dia 4, e a sua apresentação e discussão são moderadas pela Professora Rosa Maria Perez, com a presença Ákos Östör e de Lina Fruzzetti.



Sábado, 4 de Julho
Das 14h às 18h

Aula da Summer School Lisbon 2009 ISCTE-IUL/ Brown University:
Visita à exposição
Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya
e apresentação do filme

Singing Pictures (2005)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör, Aditi Nath Sarkar

Debate com moderação de
Rosa Maria Perez

Hora de início da sessão de filmes:
19h

Serpent Mother (1985)
de Allen Moore e Ákos Östör

Loving Krishna (1982)
de Allen Moore e Ákos Östör

Seed and Earth (1995)
de Lina Fruzzetti, Alfred Guzzetti, Ned Johnston e Ákos Östör

Sons of Shiva (1985)
de Robert Gardner com Ákos Östör


Domingo, 5 de Julho

Hora de início da sessão de filmes:
11h

Khalfan and Zanzibar (2000)
de Lina Fruzzetti, Alfred Guzzetti e Ákos Östör

Fishers of Dar (2001)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör e Steven Ross

Songs of a Sorrowful Man (2009)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör e Aditi Nath Sarkar

- Lina Fruzzetti e Ákos Östör estarão presentes em todas as sessões -

Os filmes têm narração ou legendagem em inglês


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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Área de Conservação e Restauro: Estágio 2009

Integrado no Proyeto Argo da Fundación para el fomento en Astúrias de la Investigación Científica Aplicada y la Tecnologia, o estágio de Roser Casellas Ribas na Área de Conservação e Restauro do MNE terminou a 29 de Maio de 2009.

Com uma duração de cerca de sete meses e meio este estágio, que se iniciou a 13 de Outubro de 2008, teve desenvolvimento em vários campos de actuação assegurados pela Área de Conservação e Restauro. Para além do aspecto formativo, característica de qualquer estágio deste sector do Museu, que focou aspectos relacionados com a gestão do acervo do ponto de vista da Área de Conservação e Restauro, Roser desenvolveu projectos relacionados com as exposições Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa e Aromas de urze e de lama. Desenhos de Ruth Rosengarten para o livro de João Pina Cabral, onde fez parte da equipa de montagem e assegurou todas as monitorizações e acções de manutenção necessárias.

Foi responsável pelo tratamento de limpeza em 251 objectos das Galerias da Vida Rural e pelo tratamento de 25 objectos noutros contextos que prevêem acções de melhoria do estado de conservação dos objectos. No apoio dado ao estudo de colecções foi responsável pelo tratamento a 6 pulseiras de Timor e nas campanhas de melhoria de condições de reserva procedeu à reinstalação de um vasto conjunto de pulseiras e de um conjunto de máscaras de Angola das quais 6 necessitaram de tratamento de conservação. No âmbito da preparação para o empréstimo de objectos para a exposição Cortejo triunfal com girafas: animais exóticos ao serviço do poder (patente no Museu de Artes Decorativas Portuguesas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva de 4 de Junho a 28 de Agosto de 2009), foi responsável pelo tratamento de uma pulseira da Costa do Marfim. Este tratamento teve o apoio do Museu Nacional de Arqueologia, onde foi realizado sob orientação de Matthias Tissot.

Em conjunto com Cláudia Duarte coordenou duas oficinas sobre restauro de cerâmica integradas nas comemorações do Dia Internacional dos Museus. Este estágio permitiu a Roser Casellas Ribas obter uma formação mais sólida em conservação e restauro ao desenvolver aspectos relacionados com a gestão do acervo muito apoiados no Plano de conservação preventiva e na interdisciplinaridade.


Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Publicações na Biblioteca do MNE

Deram entrada na Biblioteca do Museu Nacional de Etnologia, nos meses de Março a Maio de 2009, as seguintes publicações:

2006 : Samurai sword decorative details [Material gráfico]. [S.l.] : Peter the Great Museum of Anthropology and Ethnography (Kunstkammer); Russian Academy of Sciences, 2006. 14 p. : il., color ; 30 cm.

2009 Happy New Year! [Material gráfico]. dir. Yuri Chistov. St. Petersburg : Peter the Great Museum of Anthropology and Ethnography (Kunstkammer); Russian Academy of Sciences, 2009. 1 calendário (32 p.) : il., color.; 21 x 30 cm

ABDURACHMAN, Paramita R. - Bunga angin portugis di nusantara: jekak-jekak kebudayaan portugis di Indonesia. Jakarta: LIPI Press, 2008. XVI, 280 p. ; 23 cm ISBN 978-979-799-235-4 (brochado)

ALMEIDA, Fernando-António - Montijo: roteiro do concelho: história: património: percursos. Montijo : Câmara Municipal, 2004. 124 p. : il., color. ; 23 cm

A arte e a devoção: peregrinagem e ex-votos de poveiros no Santuário de N.ª Srª.da Abadia: catálogo da exposição. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 2008. [26] p. : mto il., color. ; 21 cm (Brochado)

BALFET, Hélène ; FAUVET, Marie-France ; MONZON, Susana - Lexique plurilingue pour la description des poteries. Paris: Centre National de la Recherche Scientifique, 1988. 29 p. ; 27 cm. ISBN 2-222-04180-5 (brochado)

BARBOFF, Mouette - O pão em Portugal. Lisboa: INAPA, 2008. 143 p. : il., color ; 31 cm. ISBN 978-972-797-179-4 (encadernado)

Brasis revelados: 50 anos do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Rio de Janeiro: IPAHN : CNFCP, 2008. 59 p: il., color. ; 21 cm.
(Brochado)

Carrusel: Revista internacional del juguete y la Muñeca antiguos. Barcelona: Asociación Cultural de Amigos del Juguete y la Muñeca Antiguos, 2009. 47 p. : il., color ; 30 cm. AS-4.500-2005

Carta arqueológica do concelho de Montijo: do Paleolítico ao Romano. dir. cient. Luís Raposo. Lisboa : Edições Colibri , [2005]. 111 p. : il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais - Cultura ; 3). ISBN 972-772-567-8 (brochado)

CENTRO DE PROFESORES DE BADAJOZ ; MUSEO ARQUEOLOGICO PROVINCIAL DE BADAJOZ - La cocosa y el mundo rural romano. Badajoz: Diputacion: Departamento de Publicaciones, 1994. 94 p. : il., p. & b. ; 29 cm. (Arqueologia-Arte) ISBN 84-7796-942-6 (brochado) :

Certamen de fotografía sobre cultura popular: 2007. Madrid: Ministerio de Cultura : Secretaria General Técnica : Sundirección General de Publicaciones, Información y Documentación, cop. 2008. 323 p. : il., color. ; 28 cm ISBN 978-84-8181-348-7 (brochado)

Circunstâncias: Rui Anahory. Póvoa do Varzim: Turismo de Portugal, 2009. 52 p. : il., color. ; 25,5 cm DL 288956/09

CORNEJO VALLE, Mónica - La construcción antropológia de la religión: etnografía de una localidad manchega. Madrid: Ministerio de Cultura: Secretaria General Técnica: Sundirección General de Publicaciones, Información y Documentación, 2008. 265 p. : il. ; 29 cm. 2007 ISBN 978-84-8181-373-9 (brochado)

CORREIA, Miguel Brito - Arquivo da Associação Portuguesa de Amigos dos Moinhos. Pedra & Cal: Revista da Conservação do Património Arquitectónico e da Reabilitação do Edificado. - Vol. 10, nº38 (Abril-Junho), p.42 ISSN 1645-4863 (brochado)

COSTA, Catarina Alves - Margot Dias, pioneira do filme etnográfico português. Lisboa: Apordoc, 2007. p. 36-38 : il., color. ; 28 cm. docs.pt : revista de cinema documental. - Nº 7, (Outubro), 2008. - 104 p. ISSN 1646-4710 (brochado)

DELGADO BELLÓN; DE LA FUENTE, Rodrigo - Pequeños mundos: casas de muñecas y miniaturas en la colección del Museo del Traje. Centro de Investigación del Património Etnológico: exposición temporal. Madrid : Museo del Traje, 2008. 35 p. : mto il., color.; 15 cm M. 56.917-2008 (Brochado)

docs.pt: revista de cinema documental. Lisboa : Apordoc, 2007. 104 p. : il., color. ; 28 cm. Nº 7, (Outubro), 2008 ISSN 1646-4710 (brochado)

DURAN, Manuel - Descortinares da Índia. [S.l.] : o autor, [199?]. 8 p. : il., color ; 22 cm. Brochado

ESPAÑA. Ministerio de Industria y Energia. Dirección General de la Pequeña y Mediana Industria - Relacion de producciones en video existentes en el Departamento de Documentacion y Asistencia Tecnica. [Madrid] : Dirección General de la Pequeña y Mediana Industria, 1986. 40 p. ; 30 cm. Programa de Artesania - 1986.

ESTREMOZ. Museu Municipal ; ESTREMOZ. Núcleo de Dinamização Cultural - Pequeno Guia da Barrística Estremocense nas colecções do Museu Municipal de Estremoz. Estremoz: Museu Municipal e Núcleo de Dinamização Cultural, [198?]. 36 p. ; 20 cm.

FERNANDES, Isabel Maria ; MOSCOSO, Patrícia ; CASTRO, Fernando - A louça preta de Bisalhães (Mondrões, Vila Real)=The black pottery of Bisalhães (Mondrões, Vila Real). Vila Real: Museu de Arqueologia e de Numismática: Município de Vila Real, 2009. 264 p. : il., color. ; 24 cm 978-972-9138-69-0 [encadernado)

FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES - Agenda 2008. [Lisboa] : Assessoria de Comunicação e imagem, [2007]. [160] p. : il., color. ; 20 cm. ISBN 978-972-8724-14-6 (brochado)

GONÇALVES, Victor S. - Cascais: in the 3 rd millennium BCE. Cascais: Câmara Municipal, [2008]. 16 p.: il., color. ; 21 cm ISBN 978-972-637-193-9 (brochado)

GOUVEIA, Henrique Coutinho - Para a história dos museus locais em Portugal : a propósito da criação do museu de Lorvão. Lisboa : Instituto Português do Património Cultural. Departamento de Etnologia, 1984. 48 p. : il., p. & b. ; 23 cm. (Estudos e Materiais ; 5). (Brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu": guia a partir dos 10 anos. Lisboa : Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 60 p. : il., color, jogos, figuras ; 25 cm ISBN 978-989-8000-67-5 (brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu" : guia a partir dos 6 anos. Lisboa: Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 52 p : il., color, jogos, figuras; 25 cm. ISBN 978-989-8000-64-4 (brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu": guia a partir dos 3 anos. Lisboa : Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 45 p. : il., color, jogos, figuras; 25 cm ISBN 978-989-8000-61-3 (brochado)

Les jours sur Toile, IIme Série- [Paris] : [Dolffus-Mieg & Cie.], [19--]. - [86] p. : il., p. & b. ; 23 cm. - (Bibliothéque D.M.C)

MARIZ, Vasco - A canção brasileira: (erudita, folclórica e popular). 2ª ed. [Rio de Janeiro] : Ministério da Educação e Cultura : Serviço de Documentação, 1959. 305 p. ; 25 cm. (Coleção "Vida Brasileira").

Mémoire vive: hommages à Constantin Brailou. dir. Laurentt Aubert. Genéve : Musée d'Ethnographie, 2009. 271 p. ; 17,5 cm. (Tabou ; 6). ISBN 978-2-88474-232-0 (brochado)

MIXINGE, Adriano - Made in Angola: arte contemporânea, artistas e debates. Paris: L'Harmattan, 2009. 306 p. ; 24 cm. ISBN 978-2-296-08886-3 (brochado)

MONTEIRO, Celestino Tavares, (1885-1962) - Fundão do meu tempo. Fundão : PAULUS Editora, 1998. 174 p. ; 21 cm. ISBN 972-97736-0-2

MONSTRA: FESTIVAL DE ANIMAÇÃO DE LISBOA - Cadernos da Monstrinha: cinema de animação na sala de aula. Lisboa: MONSTRA, [2008]. 23 p. : il., p. & b. ; 20 cm ISBN 978-989-95727-0-6 (brochado)

Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães: roteiro. Cascais: Câmara Municipal , 2008. 189 p. : il., color. P & b. ; 24 cm ISBN 978-972-637-186-1 (brochado

Museu de São Roque: roteiro. Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa: Museu de São Roque, 2009. 130 p. : il., color. ; 24 cm ISBN 978-972-8761-32-5 (brochado)

NEVES, José Manuel das - Museu Marítimo de lhavo. Ílhavo: Caleidoscópio, 2003. 124p. : il.,color ; 24cm. (Arquitecturas) ISBN 972-8801-09-2 (brochado

Normas de inventário: pintura: artes plásticas e artes decorativas. Lisboa : Instituto dos Museus e da Conservação, 2007. 137 p. : il., p. & b., color ; 22 cm. ISBN 978-972-776-356-6

O sol do pintor. [Coimbra] : [s.n.], 2007. 73 p. : il, color. ; 19 cm. ISBN 987-989-95045-2-3

O som da folia : instrumentos musicais de Evilásio Gomes Pereira. Rio de Janeiro : Instituto Nacional de Folclore, 1987. 15 p.: il., p. & b. ; 15 cm. (Sala do Artista Popular ; 34). (Brochado)

PACHECO, Ana Assis; CALADO, Rafael Salinas - Quinta do Pátio d' Água : "entre um laranjal da China e o Cais das Faluas". Lisboa: Edições Colibri , 2005. 63 p.: il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais . Cultura ; 1)
ISBN 972-772-554-6 (brochado)

Patrimónios e identidades: ficções contemporâneas / org. Elsa Peralta, Marta Arnico.- Oeiras: Celta, 2006.- 217 p. ; 23cm. ISBN 972-774-233-5 (brochado)

Pedra & Cal: Revista da Conservação do Património Arquitectónico e da Reabilitação do Edificado. dir. Vítor Cóias. Lisboa: GECoRPA, 2008. 52 p. : il., color. ; 29 cm. Número dedicado ao tema : Património religioso e lugares
sagrados. Vol.10, nº38 (Abril-Junho). ISSN 1645-4863 (brochado)

PENA, António - Montijo: roteiro natural do concelho. Montijo : Câmara Municipal, 2001. 88 p. : il., color. ; 23 cm. ISBN 972-96569-1-6 (brochado)

PIRES, Isabel; CARVALHO, Rosário Salema de - O património azulejar no concelho de Montijo. Lisboa: Edições Colibri , 2008. 161 p. : il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais - Cultura ; 7). ISBN 978-972-772-817-6 (brochado)

Programa/06: intervenção comunitária. dir. Dália Paulo . Faro : Museu Municipal, [2006]. 36 p. : il., color. ; 21 cm. (Brochado)

Robots & robots: el empeño del hombre por fabricar máquinas a su imagen y semejanza. Carrusel Gold Collection: revista internacional del juguete y la muñeca antiguos. - Nº18 (Ener/-Marzo 2009), p. 44-49.

RODRIGO, A. Lino - Cordas e guitarras na Torre de Belém. Aerius: magazine da APTCA - Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine. - Nº 12(1988), 26-27

SERRÃO, Vitor; CORDEIRO, Filipa Raposo - Tomás Luis e o retábulo da Igreja da Misericórdia do Montijo. Lisboa: Edições Colibri , 2005. 87 p. : il., color ; 22 cm. (Estudos Locais . Cultura ; 2) ISBN 972-772-566-X (brochado)

SOUSA, Osvaldo de - A arte de Stuart na canção. .Aerius: magazine da APTCA - Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine. - Nº 23(1991), p. 14-16

Survey of Oceanian collections in museums in the United Kingdom and the Irish Republic. [S.l]: UNESCO, 1979. [450] p. : il., quadros ; 30 cm
(Brochado)

XXV anos dos Prémios Castilla y León das Artes. Zamora: Junta de Castilla y León, 2009. 128 p. : il., color. ; 27 cm. M-6745-2009. (Brochado)

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Ciclo de filmes no MNE. 4 e 5 de Julho.

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A Noite e o Dia dos Museus em imagens

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16 Maio - Oficina de danças tradicionais



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16 Maio - Baile Trad

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16 Maio - Oficina Modelação: criar formas

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17 Maio - Teatro O canteiro dos livros

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17 Maio - Concerto Yesterday

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17 Maio - Concerto Noiserv

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18 de Maio - Oficina Restauro de cerâmica

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18 de Maio - Oficina Panelas cantoras

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Selecção de produtos com desconto na loja do MNE

Nos dias 16, 17 e 18 de Maio venha conhecer a selecção de produtos da loja do Museu Nacional de Etnologia com desconto de 50%.

Promoção apenas válida nestes três dias. Aproveite!

Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Noite dos Museus e Dia Internacional dos Museus

O Museu Nacional de Etnologia associa-se uma vez mais às comemorações do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus. Juntem-se a nós!

A Noite dos Museus 16 de MAIO de 2009 (SÁBADO) ENTRADA LIVRE

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 Visita guiada Galerias da Vida Rural
11h30 Visita guiada Galerias da Amazónia
10h30 Oficina de modelação e decoração de peças de olaria de Nisa
14h30 Visita guiada Galerias da Vida Rural
15h30 Visita guiada Galerias da Amazónia
15h00 Oficina Modelação: criar formas
15h00 Ciclo de filmes Práticas de Olaria: documentos do arquivo do Museu Nacional de Etnologia
17h00 Oficina de danças tradicionais
18h30 Ciclo de filmes Ouro da Terra, Sonho das Mãos
21h00 Teatro Por Dulcineia
22h00 Baile Trad Cobblestones + Alfa Arroba
22h00, 23h00 e 24h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural, Galerias da Amazónia

Venda e demonstração da produção de peças de olaria de Nisa, por António Pequito (10h00-21h00).
Venda de produtos do Comércio Justo (10h00-21h00).


DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 02h Público-alvo: público em geral

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 10h30, 14h30, 22h, 23h e 24h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h30, 15h30, 22h, 23h e 24h
Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA DE MODELAÇÃO E DECORAÇÃO DE PEÇAS DE OLARIA DE NISA 10h30
O oleiro António Pequito ensina os passos base de como fazer algumas das peças mais características da olaria tradicional de Nisa, nomeadamente através dos processos de modelação e levantamento na roda alta artesanal com que por norma trabalha na sua oficina. Após cosidas as peças, estas são desenhadas e decoradas pela técnica de empedrado, um dos elementos de maior singularidade nas obras de olaria da região, e que a Sra. Joaquina da Graça Mendes nos irá demonstrar.
Monitorizada por António Pequito e Joaquina da Graça Mendes (oficina 24 541 21 82) Sala de Serviço Educativo Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 15 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 15h
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 3 Duração: 2h Público-alvo: famílias Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

CICLO DE FILMES: PRÁTICAS DE OLARIA 15h
Os filmes seleccionados para este ciclo fazem parte do Arquivo de Imagem em Movimento do Museu Nacional de Etnologia. São nove entre muitos outros documentos que aqui poderíamos mostrar, incidindo sobre o tema da olaria. Quisemos também dar uma ideia da diversidade desses documentos, tanto a nível dos locais de registo, relativos aos cinco continentes, quanto dos seus autores, dez no total, enquadramentos das recolhas e arquivos de origem, e até mesmo do espaço temporal que eles abarcam, entre 1951 e 1997, ou de especificidades mais concretas de gravação, filmes com e sem som, a cores ou a preto e branco.
Auditório Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS 17h
Chegado ao Museu, o público é convidado a viajar pelo universo da música e da dança tradicionais europeias. Esta oficina serve de ensaio ao baile previsto para o início da noite e proporciona um momento de convívio entre os participantes, podendo-se aprender danças de grupos e de pares.
Monitorizada por Patrícia Vieira (www.myspace.com/djoli_maria) Hall principal Duração: 1h30 Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 30

CICLO DE FILMES: OURO DA TERRA, SONHO DAS MÃOS 18h30
Os filmes que integram este ciclo retratam a vida e a obra de sete dos mais populares barristas nacionais, incidindo, sobretudo, no trabalho que produzem em torno do figurado. Realizados por Carlos Barroco, foram apresentados por ocasião do festival cultural Europália, que decorreu em 1991 na Bélgica. Em 2008 o realizador ofereceu ao MNE uma cópia integral destes filmes.
Auditório Duração: 1h15 Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

TEATRO POR DULCINEIA 21h
A Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos apresenta o espectáculo Por Dulcineia, uma comédia para dois actores e cinco bonecos, que selecciona e adapta três episódios do romance de Cervantes, defendendo, de certa maneira, a tese que “tudo o que, em vida, Quixote fez foi por Dulcineia”.
A “espantosa e jamais imaginada aventura dos moinhos de vento”, a “estupenda batalha que o galardoado biscainho e valente manchego tiveram” e “a indústria que Sancho teve para encantar a Sra. Dulcineia e outros sucessos tão ridículos como verdadeiros” são os três episódios glosados. A fixação do guião resulta da “mixagem” das palavras de Cervantes com alguma escrita original (prólogo e epílogo).
Monitorizada pela Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos (geral@valdevinos.net www.valdevinos.net) Jardim Interior Duração: 45 min. Público-alvo: a partir dos 6 anos Número máximo de participantes: 150

BAILE TRAD 22h
A noite será preenchida com muita animação ao som dos grupos de música de dança de raiz tradicional Cobblestones e Alfa Arroba. Eles tocam, ensinam as coreografias e nós… bailamos.
Monitorizada por Tradballs (www.myspace.com/tradballs), Cobblestones (www.myspace.com/cobblestones) e Alfa Arroba www.myspace.com/alfaarroba) Hall principal Duração: 4h Público-alvo: público em geral

APAGAM-SE AS LUZES 02h

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DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 17 E 18 DE MAIO DE 2009 (DOMINGO E 2.ª FEIRA) ENTRADA LIVRE


17 de Maio (Domingo)

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 e 15h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural
11h30 e 16h00 Visita guiada Galerias da Amazónia
14h30 Oficina de modelação de figurado em barro
14h30 Oficina Modelação: criar formas
16h00 Teatro O Canteiro dos livros
17h00 Concerto Yesterday + Noiserv

Venda de produtos do Comércio Justo (10h00-18h00).
Venda e demonstração da produção de peças da artesã Ana Franco (11h00-18h00).

DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 18h Público-alvo: público em geral

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 10h30 e 15h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h30 e 16h

Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA DE MODELAÇÃO DE FIGURADO EM BARRO 14h30
Nesta actividade as famílias são convidadas a modelar uma figura em barro fazendo uso das mãos como principal ferramenta de trabalho. Desde o estender do barro até à composição inesperada de uma peça, a artesã Ana Franco explica, passo a passo, o processo de modelação que utiliza nas suas criações em barro, que nos remetem para o universo da olaria da região de Mafra.
Monitorizada por Ana Franco (www.anafranco.org) Sala de Serviço Educativo Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 15 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 14h30
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 3 Duração: 2h Público-alvo: famílias Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

TEATRO O CANTEIRO DOS LIVROS 16h
“Francisco nem queria acreditar no que os seus olhos viam. No canteiro das hortênsias, no fundo do quintal, tinham começado a sair da terra mole pedaços de folhas com palavras impressas e mesmo algumas lombadas de livros. O que estaria a acontecer no seu quintal, onde tudo parecia viver na maior paz e harmonia, sem espaço nem tempo para acontecimentos inexplicáveis?”
“O Canteiro dos Livros” conta a relação de cumplicidade e mistério, que se transforma num segredo bem guardado, entre um menino e um canteiro no qual para além de flores nascem livros.
Monitorizada pela Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos (geral@valdevinos.net www.valdevinos.net) Jardim interior Duração: 45 min. Público-alvo: a partir dos 6 anos Número máximo de participantes: 150

CONCERTO YESTERDAY + NOISERV 17h
Criado em 2001, Yesterday é o projecto a solo do cantautor Pedro Augusto. Nasce de uma esperança sempre renovada em petrificar algo passado, de o tornar imutável, porque é nas suas canções que se tenta renovar um sentimento de algo que se julgava irremediavelmente perdido. As músicas da demo “Once Upon a Forest” já foram apresentadas em Portugal e em Las Vegas (International Music Fest). Em 2006, o projecto obteve o primeiro prémio no conceituado concurso “Termómetro Unplugged”. De momento o projecto encontra-se em fase de gravação do álbum “Eu Já Cá Estive Antes”.

David Santos dá forma a Noiserv quando, em 2005, grava uma demo de três músicas para participar no “Termómetro Unplugged” desse ano. A sua música foi escolhida e David participou na eliminatória do Porto, no Contagiarte, e apesar de não ter sido seleccionado para a final acabou por servir de entusiasmo para prosseguir o caminho. Mais tarde, em Julho do mesmo ano, acaba por editar essa mesma demo em formato EP online na Merzbau. Em 2007 começa a trabalhar em "One Hundred Miles From Thoughtlessness". O disco de estreia foi lançado em Outubro de 2008, em edição de autor com apoio da Merzbau.

Yesterday (yesterday@megamail.pt www.myspace.com/projectyesterday) Noiserv (noiserv@gmail.com www.myspace.com/noiserv) Auditório Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

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18 de Maio (2.ª feira)

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 14h30 Oficina Moinhos e moídos
10h30 14h30 Oficina Modelação: criar formas
10h30 14h30 Oficina Panelas cantoras
10h30 14h30 Oficina Coisas de pastor…
10h30 14h30 Oficina Restauro de cerâmica
11h00 15h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural, Galerias da Amazónia
12h00 16h00 A Hora do Conto

DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 18h Público-alvo: público em geral

OFICINA MOINHOS E MOÍDOS 10h30 e 14h30
Os cereais são vegetais que estão na base da nossa alimentação. Uma das formas de aproveitamento alimentar das sementes e dos grãos passa pela sua transformação em granulados e farinhas. Descascar, esmagar ou farinar são algumas das acções realizadas pelos sistemas de moagem, como por exemplo os almofarizes, as mós e os moinhos accionados manualmente, ou outros ainda movidos pela força das águas, dos ventos ou de animais, como as atafonas.
No sector de reserva Galerias da Vida Rural podes conhecer alguns destes engenhos e até mesmo experimentar a tua força e habilidade numa mó manual! Nesta visita ficarás ainda a saber o que faz um moleiro, quais os usos da farinha e a identificar o grão dos cereais que comes ao pequeno-almoço com leite, ou com os quais se faz o pão ou as doces pipocas!
Depois da visita, vamos dobrar, cortar, pintar e montar um moinho com velas ou fazer um quadro colorido com a energia de um sopro.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural + Sala de seminário norte Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 10h30 e 14h30
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Exercício de Inventário + Sala 3 Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA PANELAS CANTORAS 10h30 e 14h30
Vem conhecer as panelas cantoras dos índios Wauja, através de uma “viagem” às Galerias da Amazónia do Museu Nacional de Etnologia. A seguir à visita participarás numa oficina de expressão plástica, durante a qual poderás modelar panelas com massa pão.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia + Sala do Serviço Educativo Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA COISAS DE PASTOR… 10h30 e 14h30
Coisas de pastor... convida o público mais jovem a conhecer o pastoreio nos meados do século passado, em Portugal, através de uma visita pelo sector de reserva Galerias da Vida Rural, onde é possível ver abrigos, tais como choças e choupanas, e outros utensílios próprios da actividade, entre os quais cajados, fechos de coleira, coleiras de cães, badalos, pintadeiras, tarros, tropeços, cornas, que muitas vezes eram construídos pelos próprios pastores.
Após a visita, o grupo participará numa oficina de expressão plástica, que convida a fazer um quadro, um abrigo de pastor ou ainda a experimentar as nossas pintadeiras, que serviam para carimbar os pães e os bolos cozidos em fornos colectivos.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural + Sala de seminário sul Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA RESTAURO DE CERÂMICA 10h30 e 14h30
A actividade que aqui se desenvolve tem por finalidade a transmissão de conceitos e metodologias, que assistem as acções de conservação e restauro. Neste atelier dá-se a possibilidade de experimentar três etapas que integram o restauro de cerâmicas: a colagem, a reconstituição volumétrica e a reintegração cromática. São demonstradas técnicas e materiais empregues em acções deste cariz e transmitidas as principais razões que determinam as opções tomadas.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 4 Duração: 1h30 Público-alvo: juvenil (>12 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 11h e 15h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h e 15h
Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

A HORA DO CONTO 12h e 16h
Sessão de contos recolhidos da tradição oral portuguesa, pelo contador de histórias António Fontinha, alusivos ao tema da olaria presente na exposição Exercícios de Inventário: a propósito de duas colecções de olaria tradicional portuguesa.
Monitorizada por António Fontinha (Associação de Contadores de Histórias Ouvir e Contar 91 959 63 97) Auditório Duração: 30min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 160 Marcação prévia

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

A Área de Conservação e Restauro e as exposições

Na realização de uma exposição é necessária a participação de todos os sectores do Museu.

As exposições são realizadas com objectos representativos dos temas a tratar. Esses objectos são, na sua maioria, pertencentes ao MNE embora por vezes se recorra a empréstimos exteriores. É necessário garantir previamente que o estado de conservação dos objectos permite a sua exposição.

Para alem dos objectos há também a utilização de imagem em movimento (filmes projectados em tela ou em monitor), imagem parada (fotografias ampliadas) som, textos (legendas, textos de parede ou folhas volantes) para ilustrar o tema da exposição.

Os sistemas expositivos são muito variados. Os objectos podem estar:

·    suspensos;

·    sobre um suporte (normalmente em metal, acrílico ou madeira e construídos especificamente para cada objecto) ou

·    assentes directamente nos expositores.

Todas estas possibilidades podem ainda ocorrer dentro ou fora de vitrinas fechadas.

Em todas as exposições é feito um relatório de montagem que inclui o estado de conservação dos objectos, os sistemas expositivos e de apoio bem como a sua distribuição na sala e recomendações de trabalho. É assegurada uma monitorização regular para detectar eventuais anomalias ou problemas causados pelas soluções utilizadas na exposição. Inicialmente a monitorização ocorre uma vez por semana sendo esse período progressivamente espaçado, caso não sejam detectados problemas. Em situações regulares a monitorização ocorre mensalmente sendo elaborado um relatório. As situações irregulares são também registadas em relatório.

As segundas-feiras e terças-feiras de manhã são utilizadas para a realização de limpezas mais detalhadas e manutenção dos equipamentos, uma vez que nessas alturas as exposições não estão abertas ao público.


Pormenor da degradação (mancha branca sobre o estrado verde) causada pelo tombo do objecto provocado por um visitante


Vestígios da actividade de insectos xilófagos num objecto da exposição “Sogobò” detectados durante a monitorização


Catarina Teixeira (esquerda) e Mariana Duarte (direita) durante a montagem da exposição “Com os índios Wauja” colocando uma máscara no suporte


Mariana Duarte (esquerda) e Catarina Teixeira (direita) durante a montagem da exposição “Com os índios Wauja” preparando um objecto para suspender

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

O MNE no MatrizNet

Conheça as colecções do Museu Nacional de Etnologia e de outros museus no MatrizNet.

Pode aceder através do endereço http://www.matriznet.imc-ip.pt/ipm/

Terça-feira, 17 de Março de 2009

Balanço da Monstrinha no MNE

Entre os dias 9 e 15 de Março decorreu a 8.ª edição do festival de animação MONSTRA. O evento teve lugar em vários espaços da cidade de Lisboa, entre os quais o Museu Nacional de Etnologia que acolheu a MONSTRINHA, uma extensão do festival dedicada ao público mais jovem.

O auditório do Museu foi palco para 20 curtas-metragens, agrupadas em três categorias de acordo com a faixa etária do público-alvo (pré-escolar – 3 aos 6, Infantil – 7 aos 12 anos e Juvenil – mais de 13 anos), e ao longo da semana, entre os dias 9 e 13 de Março, realizaram-se 14 sessões, nas quais tiveram presentes 929 espectadores. Para colmatar as restrições de horário de algumas escolas foram realizadas 4 das sessões extra.

Excepcionalmente, o Museu abriu também as suas salas de exposição e de reservas visitáveis à 2.ª feira e 3.ªfeira (no período da manhã), e durante toda a semana as escolas puderam visitar aqueles espaços com visita guiada, feita pelos técnicos do Museu.

Entre as opiniões dos participantes, recolhidas nas fichas do Serviço Educativo, os aspectos positivos mais referidos referem a organização do evento e a forma como foram recebidos e acompanhados pelos técnicos do Museu.

Obrigada a todos.



Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Publicações na Biblioteca do MNE

Deram entrada na Biblioteca do Museu Nacional de Etnologia, nos meses de Janeiro e Fevereiro de 2009, as seguintes publicações:

AIXELA CABRÈ, Yolanda - Ali Bey: un peregrino por tierras del islam: guía del exposición. Barcelona: Institut de Cultura. MuseuEtnològic de Barcelona, 2008. 61 p. : il., color.; 22,5 cm. (Colección Vore; 21). ISBN 84-7795-261-2000

ALONSO SIMOES, Andrea; ESTÉVEZ CARIDE, Manuel; LÓPEZ GÓMEZ, Felipe-Senén - Terra e mar: cesteiros na Ría de Vigo. [S.l.]:Fundación Museo do Mar de Galicia, 2008. 90 p.: il., color ; 19 cm. ISBN 978-84-936963-1-3

Animalario: visiones humanas sobre mundos animales. Madrid: Secretaría General Técnica. Subdirección General de Publicaciones,Información y Documentación, 2005. 414 p : il., color; 29 cm ISBN 84-8181-266-8

ARCHER, W. G. - Bazaar paintings of Calcuta: the style of Kaligha. London: Victoria & Albert Museum, 1953. (Her Magesty Stationary Office). 76 p.: todo il., p. & b. ; 24 cm. (Museum Monograph; 7)


A arte nos mapas na Casa Fiat de Cultura : uma viagem pelos quatro cantos do mundo.. dir. José Eduardo de Lima Pereira. Belvedere -Nova Lima/Minas Gerais: Casa Fiat de Cultura. 128 p. : il., color. ; 25 cm + caderno educativo. - 16 p.

BAGUET JR., Gabriel - Óscar Ribas: a memória com a escrita: fotobiografia. [Coimbra]: o autor, 2008. 376 p. : il., color.; 30 cm. ISBN 978-989-20-0973-5

BOGGIANI, Guido - Os caduveo. São Paulo: Livraria Martibs, 1945. 310 p.: il., p. & b.; 25 cm.

Calendari 09 Museu Valencià d'Etnologia. València: Museu Valencià d'Etnologia, 2009. 1 calendário (12 p.) : il., color. ; 69 x 29 cm

Evocations of the child: fertility figures of the southern African region. Cape Town: Human & Rouseeau , [1998]. 231 p.: il., color.; 28 cm ISBN 07981 3830 0


F. MIRA, Joan ; RIBERA TENA, Tomas - La cara de los otros: la imagen de los pueblos "exóticos" en la Europa de los siglos XVIII y XIX: Colección Joan F. Mira. Valencia: Diputación de, 2001. 112 p.: il., p. & b.; 22 cm. (Colección Vore; 31). ISBN 84-7795-294-9

FAUSTO, Carlos ; FRANCHETTO, Bruna - Tisakisü: tradição e novas tecnologias da memória: Kuikuro do Alto Xingu. Rio de Janeiro: Museu do Índio, 2008. 96 p.: il., color.; 21 cm ISBN 978-85-85986-12-4

FAZENDA, Pedro - A ourivesaria portuguesa contemporânea e os metais e pedras preciosas. Lisboa: [s.n.], 1927. (Tipografia do anuário Comercial). 222 p.: il., p. & b ; 24,5 cm.

GARCÍA PEREDA, Ignacio - 1899-1968 Joaquim Vieira Natividade: ciência e política do sobreiro e dacortiça. Lisboa: Euronatura, 2008. 159 p.: il., p. & b.; 22,5 cm ISBN 978-989-20-1185-1

GIRÃO, Aristides de Amorim - Esboço duma carta regional de Portugal. Coimbra: Coimbra Editora, 1930. 224 p.: il. : mapas ; [1] mapadesdobr. ; 22 cm

GRUPIONI, Luís Doniseti Benzi - Tempos de escrita. Rio de Janeiro: Museu do Índio - FUNAI, 2008. 36 p.: il., color. ; 21 cm ISBN 978-85-85986-11-7

GUERREIRO, Hugo - Arte sacra no Concelho de Estremoz: Santa Maria, Santo André e Evoramonte: Inventário artístico da Arquidiocese de Évora. [S.l.] : Fundação Eugénio de Almeida, 2008. 144 p.: il., color.; 26 cm. ISBN 978-972-8854-31-7

Jornadas de Formación Museológica, 1ª, Madrid - Actas de las Primeras Jornadas de Formación Museológica: Museos yplanificación: estrategias de futuro. Madrid: Secretaria General Técnica. Subdirección General de Publicaciones, Información y Documentación, [2008]. 175 p.: il., color.; 29,5 cm ISBN 978-84-8181-378-4

LASMAR, Denise Portugal - O acervo imagético da comissão Rondoni no Museu do Índio: 1890-1938. Rio de Janeiro: Museu do Índio- FUNAI, 2008. 264 p.: il., color.; 28 cm. ISBN 978-85-85986-13-1

Lusotopie: Histoires d'Asia: miscellanées. Leiden: Koninklijke Brill, 2008. 293 p.: il. ; 24 cm. Vol. XV (2) 2008. ISBN 978-90-04-17013-1

MAIR, Victor H. - Painting and performance: chinese picture recitation and its indian genesis. Honolulu: University of HawaiPress, 1988. 278 p.; 24 cm. ISBN 0-8248-1100-3

MCCUTCHION, David J. ; BHOWMIK, Suhrid K. - Patuas and patua art in Bengal. Calcutta: Firma KLM Private, 1999. 172 p.; 23 cm ISBN 81-7102-061-5

MENÉNDEZ, Carmen-Oliva - Teitos: cubiertas vegetales de Europa Occidental: de Asturias a Islandia. Oviedo : Colegio Oficial de Aparejadores y Arquitectos Técnicos del Principado de Asturias, 2008. 428 p.: il., color.; 28 cm. ISBN 978-84-612-7656-1

MODESTO, Maria de Lourdes - Os gestos dos sabores: das memórias ao futuro [registo vídeo]. Lisboa: As idades dos sabores: Associação para o Estudo e Promoção das Artes Culinárias, 2008. 1 DVD ; 15 x 15 cm

Mundos tribale: una visión etnoarqueológica. València: Museu de Pre Historia, 2009. 173 p.: il., color.; 27 cm. ISBN 978-84-7795-523-8

Na estreia do Arsenal: 70 anos de história no Alfeite. Almada: Câmara Municipal. Museu da Cidade, 2009. 80 p.: il., color. ; 23 cm.. ISBN 978-972-9134-79-1

ORTÍN, Pere ; PEREIRÓ, Vic - Mbini: cazadores de imágenes en la Guinea colonial. Barcelona: Altaï: We Are Films, 2006. 199 p : il.,fotog., p. & b. ; 22,5 cm + 1 DVD. ISBN 84-7972-023-9




Picture showme: insigths into the narrative tradition in indian art. Mumbai: Marg publications, 1998. 127 p.: mto il., color. ; 32 cm. ISBN 81-85026-39-4

RAY, Bijoya ; HUQ, Amanul - Bijoya Ray remembers Satyyajit Ray at work. Calcuta: The Ray Society . 16 p., [48] p.: mto il. , p. & b. ; 16cm. ISBN 81-7436-137-5

RODRIGUES, Jorge - Arte sacra no norte alentejano: inventário artístico da Arquidiocese de Évora. Évora: Fundação Eugénio de Almeida, 2008. 174 p.: il., color.; 29 cm. ISBN 978-972-8854-30-0

SANTOS, David, 1971- - Ateneu artístico vilafranquense: da monarquia constitucional à adesão europeia. Lisboa: Edições Colibri , 2008. 262 p. + XVI estamp.: il., color.; 23 cm. ISBN 978-972-772-855-8

SILVA, Filipe Carreira da - Espaço público em Habermas. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2002. 185 p.; 23 cm. (Estudos e investigações; 26). ISBN 972-671-098-7

Sonoridades luso-afro-brasileiras. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 2004. 382 p : il., p. & b. ; 23cm. (Estudos e Investigações; 32). ISBN 972-671-130-4

SOUSA, Daniel - Visões do Amapá. Lisboa: Instituto Superior de Psicologia Aplicada, 2002. 46 p: il., color; 30 cm. Boletim informativo. - Nº especial (2002)

Tastevin e a etnografia indígena: coletânea de traduções de textos produzidos em Tefé (AM). Rio de Janeiro: Museu do Índio - FUNAI, 2008. 213 p. (Série Monografias). ISBN 978-85-85986-14-8

The traffic in Culture: refiguring art and anthropology. Berkeley: Los Angeles: London: University of California Press, 1995. 380 p. ; 23 cm. ISBN 0-520-08846-8

Túnez, tierra de culturas. València: Institut Europeu de la Mediterrània. Museu de Prehistòria i des Cultures de València, 2003. 344 p : il.,color.. ; 30 cm. ISBN 84-7795-345-7

VALENCIÀ. Museu Valencià d'Etnologia - Calendari 09 Museu Valencià d'Etnologia. València: Museu Valencià d'Etnologia, 2009. 1calendário (28 p.) : il., color. ; 39 x 29 cm

València en blanco y negro. [S.l.]: Edicions Tivoli, 2008. [326] p. : il., p. & b. ; 34 cm ISBN 978-84-612-46-98-4

Vasos gregos em Portugal: colecção Dr. António Miranda. Santo Tirso: Câmara Municipal, 2008. 57 p.: il., color. ; 28 cm. (Museu Municipal Abade Pedrosa. Colecções; 1). ISBN 978-972-8180-21-8

La vela latina: barcas en la Albufera. València: Museu Valencià d'Etnologia, 2007. 111 p.: mto il., color.; 22 cm. ISBN 978-84-7795-455-2

Terça-feira, 3 de Março de 2009

O Museu Nacional de Etnologia 100 dias no P2 do Público

Tem visto, no Público?

Domingo, 1 de Março

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Segunda-feira, 2 de Março

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Terça-feira, 3 de Março

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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Inscrições abertas!

A Monstrinha está a chegar e estamos a aceitar inscrições. Vejam aqui o programa:



Cá vos esperamos!

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Fixação de policromias na Colecção Modelos de Thomaz de Mello (Tom) do Museu de Arte Popular

No seguimento da entrada no Museu Nacional de Etnologia do acervo do Museu de Arte Popular iniciaram-se tratamentos de conservação e restauro com carácter de urgência em alguns dos objectos das suas colecções, de modo a possibilitar o manuseamento e a colocação em espaço de reserva. Uma das colecções em que surgiu essa necessidade foi a Colecção Modelos de Thomaz de Mello (Tom), representando diversos modelos de bonecos envergando fatos tradicionais portugueses. Os modelos desta colecção foram executados, a partir de 1935, pelo artista Tom (concepção da estrutura e modelação das cabeças) e por Dalila Braga (traje) sob a orientação de Francisco Laje (que seria o primeiro director do Museu de Arte Popular), e, foram incorporados em 1958 nessa instituição museológica.

Devido a problemas de destacamento da policromia nas áreas dos membros (inferiores e superiores) e das cabeças foram intervencionados 38 dos 82 modelos existentes. Procedeu-se à fixação de todas as policromias com problemas de adesão ao suporte através da introdução de adesivos, activados por calor e pressão, compatíveis com os materiais constituintes originais dos objectos. João André, Luís Soares (responsável pelos tratamentos de conservação) e Manuel Araújo fabricaram suportes individuais para cada um dos modelos de modo a possibilitar uma colocação correcta em reserva.

Pormenor da cabeça do modelo de lavradeira MNE.9510 antes da intervenção

Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Cedência de espaços do MNE

O Museu Nacional de Etnologia dispõe de um Auditório e de duas Salas de Seminário, preparados para acolher múltiplas iniciativas, tais como, espectáculos, colóquios, conferências, acções de formação, reuniões de trabalho e outras actividades afins.
Este museu reveste-se de condições ideais para acolher diversos tipos de eventos, pelas facilidades de parqueamento proporcionadas pelo parque privativo, pela existência de uma cafetaria e pela sua agradável localização próxima do rio Tejo.

Auditório


- 160 lugares sentados;
- Sistema de ar condicionado;
- Sistema de vídeo;
- Sistema de áudio;
- Projector multimédia;
- Projector de slides;
- Retroprojector;
- Ecrã de projecção;
- Apoio técnico.


Salas de seminário


- 30 lugares sentados;
- Sistema de vídeo;
- Projector multimédia;
- Projector de slides;
- Retroprojector;
- Apoio Técnico.


Para obter mais informações acerca das condições de cedência de espaços contacte o MNE pelo 21 304 11 60 ou envie e-mail para mnetno.abotas@ipmuseus.pt

Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Lançamento Fotobiografia de Óscar Ribas no MNE

Na próxima quinta-feira, dia 12 de Fevereiro, pelas 18h30, será lançada no Museu Nacional de Etnologia a fotobiografia Óscar Ribas. A Memória com a Escrita, de Gabriel Baguet Júnior.

Apresentação do livro por:
Prof. Doutor José Carlos Venâncio, Pró-Reitor da Universidade da Beira Interior
e
Dra. Maria Isabel Moreira Bastos, Mestre em História de África

Com o apoio da Embaixada de Angola



Óscar Ribas em Luanda, com 18 anos de idade
Entrada livre.
Será servido um cocktail.
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Restelo Av. Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa
Autocarros nº 28, 732 e 714

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Monstrinha no Museu Nacional de Etnologia

Pré-Escolar – 3 aos 6 anos
3.ª e 5.ª feiras (manhã, às 10h) Duração da sessão: 30’


O Pequeno Aviador e a Bailarina
França, 2004, 7’11’’, Computador 3D
Real.: J. Joets
Um pequeno aviador de trapos tenta seduzir a bela bailarina de porcelana. Mas a bailarina tem uma personalidade muito especial. Terá esta estória um final feliz?

Tom o Varredor
França, 1992, 2’30’’, Desenho
Real.: Michael Dudok de Wit
Um pequeno varredor de rua tenta desesperadamente manter as ruas limpas. Mas as pessoas continuam a deitar lixo no chão, o que o deixa muito frustrado.

Até o Igloo da Avózinha
Portugal/França, 2004, 2’20’’, Pintura a óleo sobre vidro
Real.: Sandra Ramos
Uma menina esquimó, de casaco vermelho, vai visitar a sua avó. Quem será esta menina?

O Professor Baltasar
Croácia, 1967/74, 7’13’’, Desenho
Real.: Zlatko Grgic
O Professor Baltasar, simpático inventor, ajuda os seus amigos a resolver um problema.

As coisas lá de casa
Portugal, 2005, 2 episódios de 2’30’’, Plasticina
Real.: José Miguel Ribeiro
Quando não estamos a olhar, as coisas lá de casa ganham vida e divertem-se a brincar e a cantar.

A princesa na parede
Sérvia/Montenegro, 2005, 8’10”, Imagem Real, Animação de Objectos, Desenho
Real.: Iva Ciric
Uma princesa desenhada na parede ganha vida e explora o ambiente e as formas que a rodeiam.

Infantil – 7 aos 12 anos
2.ª, 4.ª e 6.ª feiras (manhã, às 10h, e tarde, às 14h30) Duração da Sessão: 48’



Uma Casa
Japão, 1993, 7’20’’, Plasticina, Marionetas, Recortes, Desenho
Real.: Koji Yamamura
Dois pássaros vão construir uma casa na árvore para passarem o Inverno.

O monge e o peixe
França, 1994, 6’30’’, Desenho e Aguarela
Real.: Michael Dudok de Wit
Um monge persegue obcecadamente um peixe, que perturba a serenidade do mosteiro. Mas uma certa cumplicidade vai nascer entre eles.

Jolly Roger
Inglaterra, 1999, 12’, Desenho
Real.: Mark Baker
Um capitão, o seu imediato e o papagaio vêem-se em apuros. Primeiro, os piratas. E depois uma donzela, que não estava realmente em apuros!

A grande migração
França, 1995, 7’49’’, Desenho
Real.: Iouri TcherenkovAs aventuras tragicómicas de uma qualquer ave migratória que acidentalmente se separa do seu bando durante um voo longo e nebuloso.

O Micro-Ondas
França, 2004, 4’05’’, 3D Digital
Real.: Pierre Lopes, Jérémie Passerin, François Xavier
No quarto de um estudante, durante a sua ausência, os seus desenhos começam a agitar-se. Uma única ideia passa na cabeça destes personagens – comer o outro! É então que começa uma louca e divertida perseguição, com um fim que nenhum deles esperava!

A tarte de maçã
Suiça, 2006, 10’, Computador 2D
Real.: Isabelle Favez
A pasteleira está enamorada do talhante…mas o cão do caçador vai estragar os seus planos.

Juvenil – Mais de 13 anos
3.ª e 5.ª feiras (tarde, às 14h30) Duração da Sessão: 59’

Doente de amor
Eslovénia/Alemanha, 2007, 8’30’’, Marionetas
Real.: Spela Cadez
Dor no coração, lágrimas incessantes e cabeças ao contrário são difíceis de tratar. Mas, felizmente, não são incuráveis.

Um bom dia
França, 1994, 7’48’’, Desenhos Animados
Real.: Mathias Bruhn
Ao longo de um perigoso caminho, um homem mantém a sua dignidade, apesar dos constantes ataques de que é vítima.

Que cavaleiro!
Holanda, 1992, 3’06’’, Desenho
Real.: Paul Driessen
Conseguirá o Cavaleiro salvar a Dama em apuros? E no fim, quem é que a Dama vai escolher?

A quinta
Inglaterra, 1988, 18’, Desenho
Real.: Mark Baker
Três dias numa quinta, com os agricultores, os campistas e os caçadores. E ainda um urso e uma tempestade!

O mocho e o cisne
Canadá, 1974, 7’30’’, Areia
Real.: Caroline Leaf
Belíssimo filme inspirado num conto Esquimó. Um mocho e um cisne apaixonam-se e casam-se. Após algumas desventuras, o mocho acaba por encontrar um trágico final. Vozes Inuit interpretam as aves.

Manipulação
Reino Unido, 1991, 6’21’’, Pixilação, Desenho, Tinta, Recortes
Real.: Daniel Greeves
Um animador desenha um personagem e apaga-o de seguida. Mas o boneco reaparece e tenta permanecer no ecrã, sujeito à manipulação do seu criador.

A história do Gato e da Lua
Portugal, 1995, 5’, Desenho
Real.: Pedro Serrazina
Um poema. Uma história feita de silêncio e cumplicidade. Luz e sombras, o charme da noite, a lua como paixão… este é um conto sobre alguém que tentou realizar o seu sonho, a estória do gato e da lua…


Para pedir mais informações ou para inscrições:

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA
Av. Ilha da Madeira 1400 – 203 Lisboa
Tel + 351 21 304 11 60 · Fax + 351 21 301 39 94
E-mail: mnetno.ssilva@ipmuseus.pt / mnetnologia@ipmuseus.pt / http://www.mnetnologia-ipmuseus.pt/

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Acabada de sair: Lusotopie

Na mais recente Lusotopie, as pinturas de Naya do Museu Nacional de Etnologia.


Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Homenagem a Jean Rouch no Instituto Franco-Português

Ciclo de filmes. Entrada livre.
De 2 a 16 de Fevereiro às 19h00 / 21h00
No Instituto Franco-Português
Filmes legendados em português.


Em Fevereiro de 2004, Jean Rouch, cineasta e etnógrafo, morre nas estradas do Níger. Deixa uma obra cinematográfica imensa (mais de 120 filmes!) e atípica, intuitiva e inspirada: documentário etnográfico, sociológico, “cinema directo”, ficção…
Durante este mês, o Instituto Franco-Português presta-lhe homenagem apresentando um ciclo de filmes que permitirá descobrir – ou redescobrir – o trabalho de um homem livre, curioso e profundamente humanista: um “mestre louco”!


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Segunda-Feira 2 de fevereiro

19h00
LE DOUBLE D’HIER A RENCONTRÉ DEMAIN… (10 min.) de Bernard Surugue et Luc Riolon - 2004
Jean Rouch, radiante, apresenta em Niamey no Níger, a estreia do seu filme - « Le Rêve plus fort que la mort ». Quatro dias antes do seu desaparecimento, estas imagens de Jean Rouch, o seu riso, as suas palavras sobre a memória dos antepassados e a importância dos rituais, ressoam de uma forma singular. Um emocionante adeus!

LE RENARD (39 min.) de Ricardo Costa - 2006
Entrevistado no Musée de l’homme em Paris, Jean Rouch fala da universalidade dos mitos fundadores e dos seus parentescos em África, Europa e Médio Oriente. Um retrato íntimo no qual Jean Rouch evoca o sonho como origem de qualquer obra e as mitologias africanas como alimento da sua própria vida…
Com a participação de Germaine Dieterlen, grande nome da Antropologia visual e co-realizadora de numerosos filmes com Jean Rouch.

21h00
LA PYRAMIDE HUMAINE (90 min.) de Jean Rouch - 1961
A chegada de uma nova aluna, Nadine, é o ponto de partida para uma análise das relações inter-raciais no liceu de Abidjan. Reunidos por Jean Rouch, os alunos interpretam os seus próprios papéis numa “ficção” que encena novas relações sentimentais e de amizade entre brancos e negros.

Projecções seguidas de debates com Bernard Surugue, co-fundador da Fondation Jean Rouch, realizador e « compagnon de route » de Jean Rouch e com Ricardo Costa, realizador

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Terça-Feira 3 de fevereiro

19h00
LES MAîTRES FOUS (30min.) de Jean Rouch - 1955
O filme mostra práticas rituais da seita religiosa do culto Hauka. Os praticantes são originários do Níger que trabalham no Gana e se reúnem para a grande cerimónia anual. Na “concessão” do grande padre Mountbyéba, após uma confissão pública, começa o rito da possessão.

Projecção do filme seguido de uma entrevista de Jean Rouch sobre o filme. Extracto de Le Corps étranger de Ricardo Costa (15 min.) – 2006.


21h00
MOI, UN NOIR (73 min) de Jean Rouch - 1959
Jovens nigerinos deixaram o interior das terras para procurar um emprego na Costa do Marfim.
Acabaram em Treichville, bairro popular de Abidjan, desenraizados na civilização moderna. O herói que conta a sua história, adopta o nome de Edward J. Robinson como o actor americano. Os seus amigos escolhem, como ele, pseudónimos destinados a forjar, simbolicamente, uma personalidade ideal.

Projecções seguidas de debates com Bernard Surugue, co-fundador da Fondation Jean Rouch, realizador e « compagnon de route » de Jean Rouch e com Ricardo Costa, realizador.


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Segunda-Feira 9 de fevereiro

19h00
Petit à petit (90 min.) de Jean Rouch - 1972
Damouré, que dirige em Ayorou, uma sociedade de importação – exportação chamada « Petit à Petit », decide construir um prédio e parte para Paris para ver “como é que se pode viver em casas com andares”. Na cidade, descobre as curiosas maneiras de viver da tribo dos parisienses que descreve nas “cartas persas” enviadas regularmente aos seus companheiros…

Projecção seguida de debate com Brice Ahounou, jornalista e programador de filmes etnográficos e Rosa Maria Perez, antropóloga.


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Terça-Feira 10 de fevereiro

19h00
Chronique d’un été (90 min.) de Jean Rouch e Edgar Morin – 1960

Prémio da Critica no Festival de Cannes, 1961.

Durante o Verão, Edgar Morin, sociólogo, e Jean Rouch vão investigar a vida quotidiana de jovens parisienses para tentar perceber a concepção da felicidade. Em torno da pergunta inicial “Estás feliz?”, surgem questões essenciais como a política, o desespero, a solidão. O grupo interrogado reúne-se finalmente para a primeira projecção do filme e os dois autores encontram-se perante esta experiência cruel mas plena de “cinema-verdade”.

Projecção seguida de debate com Brice Ahounou, jornalista e programador de filmes etnográficos e Joaquim Pais de Brito, antropólogo e Director do Museu Nacional de Etnologia.


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Segunda-Feira 16 de fevereiro

19h00
En une poignée de mains amies (35 min.) de Jean Rouch e Manoel de Oliveira - 1997
“(Este filme) é como todos os sonhos de crianças: realizámo-lo em menos de uma semana, passeando nas margens do Douro (…) Manoel e eu gritando os versos de um poema inspirado pelo vento, o rio e a amizade. ” Jean Rouch.


Mosso Mosso, comme si (73 min.) de Jean-André Fieschi – 1998.
Este encontro com Jean Rouch enquadra-se num “faz de conta”, no qual o realizador evoca o que se tornou para ele uma regra de vida e ao mesmo tempo de cinema: “Ao fazer “como se”, estamos muito mais perto da realidade”.
Uma homenagem comovente habitada pelo espírito do cineasta!


Sessão em presença (a confirmar) do realizador Manoel de Oliveira e do produtor Bernard Despomadères.

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Todas as noites, um prato africano ou da “cozinha do mundo” será proposto pelo Chef Pascal a partir das 19h30 para “alimentar” o debate.

Faça a sua reserva ! (mín. 2 dias de antecedência)
21 311 14 00 ou 96 009 94 52

Jantar (prato + bebida + café) : 10 Euros

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Monstrinha no Museu Nacional de Etnologia

Este ano o Museu Nacional de Etnologia associa-se à Monstra, Festival de Animação de Lisboa.

Programa da Monstrinha e outras informações em breve.

Página da Monstra

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Oficina de expressão plástica no MNE

Oficina de expressão plástica
MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS

A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.

De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, como por exemplo os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.

GRUPOS
Duração 1h30
Público-alvo 6 aos 12 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Moringue
Equipamento de uso doméstico. Conservação, preparação e consumo de alimentos
António Oliveira Caixado Pequito. Nisa. 1986
BI.243 (col. MD/ MHL)


Pode ver este objecto na exposição Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa.

Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

O MNE no Câmara Clara

O Director do Museu Nacional de Etnologia, Joaquim Pais de Brito, esteve no mais recente Câmara Clara, na RTP2.

Pode ver o programa aqui.

Sinopse (a partir do sítio da RTP):

O IMPASSE DOS MUSEUS NACIONAIS VERSUS
A PROSPERIDADE DOS MUSEUS REGIONAIS
Centro de Arte Africana Contemporânea – o primeiro-ministro já marcou a data de inauguração desta nova instituição, que já tem morada, arquitecto e financiador. A historiadora de arte Raquel Henriques da Silva, ex-directora do Instituto Português dos Museus, está "contentíssima" com a decisão. O antropólogo Joaquim Pais de Brito, director do Museu Nacional de Etnologia, tem dúvidas sobre a criação deste Centro. Uma emissão que vai do debate sobre o que distingue o objecto artístico do objecto etnográfico, que percorre o país na avaliação de muitos dos melhores museus regionais e que analisa, de forma implacável, a situação dos museus nacionais.

Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Colóquio na Fundação Oriente

Joaquim Pais de Brito, Director do MNE, e Joana Amaral, responsável pela Área de Conservação e Restauro, apresentaram as suas comunicações no encontro A arte efémera e a conservação, O paradigma da arte contemporânea e dos bens etnográficos que decorreu a 6 e 7 de Novembro no auditório do Museu do Oriente. Este encontro foi organizado pela Fundação Oriente, Instituto dos Museus e da Conservação, Museu Colecção Berardo e Universidade Nova de Lisboa, em estreita colaboração com o Museu Nacional de Etnologia. O Director foi ainda moderador do painel de um dos paineis do colóquio.
Publicamos os abstracts das duas comunicações.

O efémero e a procura de perenidade
Joaquim Pais de Brito

O efémero ajuda-nos a pensar como as sociedades e os indivíduos, no seu devir, inventam processos e formas de lutar contra a usura do tempo. O quotidiano do desgaste e da perda, percebido na materialidade das coisas e nos modos de fazer, as idades da vida com as mudanças e as fracturas que trazem, o paroxismo da presença da morte, são outras tantas dimensões onde identificamos e queremos problematizar as expressões do efémero. Elas podem ser de sinais opostos, entre o significado profundo das obras, raras, de maior investimento em trabalho, riqueza e excelência formal, aos objectos mais vulgares do dia-a-dia, que acumulam os sinais da sua utilização, os restos ou vestígios das matérias que tocam, os estragos, arranjos e deformações que modulam indefinidamente a sua forma. Estes últimos são testemunhos da passagem do tempo, acompanham-no e, na sua materialidade e historicidade, são uma das figurações do próprio tempo. Já os primeiros surgem e desaparecem, sobretudo, em situações e contextos de grande ritualização.

O ritual produz um efeito de repetição cíclica, marcando estações ou momentos do ano e dias festivos que dão a ver artefactos que só então são construídos ou exibidos e que, na maioria dos casos, são também destruídos. É este o pleno domínio do efémero, aquele onde se manifestam frequentemente as maiores capacidades de elaboração plástica e de projecção conceptual e simbólica do grupo e de criação individual de alguns dos seus membros, em obras que, no entanto, se torna muito difícil, senão impossível, guardar ou preservar. Elas celebram, numa exibição de beleza, excesso e artifício, a comunidade nos modos de se ver a si mesma e de se dar a ver aos outros. As armações das festas, os tapetes de flores, a pirotecnia, a recriação do espaço pela vegetação ou outros materiais perecíveis, as iluminações, os manjares cerimoniais, são exemplos de objectos que se podem incluir no amplo domínio das colecções etnográficas mas que os museus dificilmente podem guardar enquanto tais, e que só outras formas de registo e documentação permitem reter como memória e conhecimento.

Uma outra dimensão deste mesmo processo exprime-se nos rituais de passagem que marcam a vida dos indivíduos e que, pela sua repetição, lidam com o tempo numa ambígua relação de celebração e de recusa. A circulação dos bens, a palavra e o gesto codificados, as performances, as máscaras e outros artefactos operadores do ritual, vão recorrentemente emergindo em gerações sucessivas, sinalizando os momentos decisivos que pontuam a vida do nascimento à morte, participando de uma temporalidade que permite lidar com a usura do tempo e o sofrimento da perda. Também aqui o efémero pode atingir o registo da excelência manifestando-se, tal como nos outros casos, na utilização de objectos cujo pleno sentido se encontra no acto da sua destruição.

Como entram estes objectos no Museu? Que problemas levanta a sua recolha e conservação? No Museu, a garantia de perenidade para o efémero está bem longe dos contextos de origem onde é o efémero da obra, traduzido mesmo na sua destruição, que reafirma a perenidade do grupo. É sobre isto que queremos falar. E falar também dos objectos banais do quotidiano que, no seu percurso de vida, acumulam indícios de uso que o Museu quer conservar, mesmo que eles não sejam mais do que uma aparente sujidade.


Formigas, pão-de-ló e pedras: fronteiras de intervenção
Joana Amaral

Os casos que apresentamos demonstram como os problemas que os objectos nos colocam, ou que nós colocamos aos objectos, desafiam a fronteira dos critérios que definimos para a nossa actuação mas ao mesmo tempo enriquecem a reflexão e tornam a conservação uma área transversal ao conjunto das actividades do Museu.

O primeiro caso refere-se a um peitoral, proveniente da Amazónia, inventariado como “adorno/escudo”. Sobre este objecto em concreto a informação que temos é muito escassa. No momento da sua incorporação no MNE, em 2003, houve uma inversão nos procedimentos que normalmente são efectuados, o que levou a uma intervenção errada: foram retiradas formigas de onde não deveriam ter saído. Em 2004, durante a preparação das Galerias da Amazónia, o objecto foi reavaliado e demo-nos conta do problema. Em 2008 iniciaram-se as tentativas de tratamento com vista a repor uma situação que tinha sido alterada.

A forma de pão-de-ló de 3/4, constituída por dois alguidares, um vaso e por três folhas de papel que forram a forma, foi trazida para o MNE a 21 de Maio de 2008, contendo o último pão-de-ló formado e cozido neste conjunto. No momento da chegada da forma ao MNE foram transmitidas as indicações para a sua incorporação que implicavam a conservação das três folhas de papel e, no mesmo dia, o pão-de-ló foi consumido pela equipa do MNE. São aqui apresentadas as opções de conservação de uma situação pouco vulgar.

O pote de roça foi um dos objectos recolhidos numa visita a Nisa, em Setembro de 2007, no âmbito do estudo de um centro oleiro. Este tipo de pote tem a particularidade das pedrinhas estarem incorporadas na pasta, em vez de incrustadas na superfície. Actualmente já não se fabrica e o oleiro António Pequito já não fazia um destes exemplares há mais de 20 anos. Como prática corrente, quando o pote envelhecia e a sua superfície se desgastava e embaciava, roçava-se com uma pedra para que esta se renovasse. Neste último caso foi feita a opção de manter metade da superfície do pote de roça tal como chegou ao Museu e a outra metade roçada, sendo um exemplo de como as intenções pedagógicas se relacionam com as de conservação.

Formigas, pão de ló e pedras

Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Lançamento de livro e inauguração de exposição no MNE

Aromas de urze e de lama
Desenhos de Ruth Rosengarten para o livro de João de Pina Cabral


Museu Nacional de Etnologia
Novembro 2008 a Janeiro 2009

A Imprensa de Ciências Sociais e o Museu Nacional de Etnologia têm o prazer de convidar V. Exa para a
apresentação da exposição e do livro Aromas de Urze e de Lama: uma viagem antropológica ao Alto Minho, de
João de Pina Cabral (2ª ed. revista) que será feita pelo Prof. António M. Feijó.
13 Novembro 2008, pelas 18.30h
Uma exposição de desenhos de Ruth Rosengarten inspirados nos poemas de Pedro Homem de Mello e
na viagem antropológica de João de Pina Cabral, acompanhada pelo filme “Regresso à Terra” (1992) de
Catarina Alves Costa.

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa

Sinopse

Com esta exposição desejamos assinalar e honrar o gesto generoso e culturalmente comprometido de dois doadores e o significativo enriquecimento do acervo do Museu Nacional de Etnologia daí resultante. Falamos da colecção de barro preto doada pelo Professor e investigador alemão Werner Tobias, no ano de 2002, e da colecção de olaria procedente da generalidade dos centros oleiros do país, constituída pelos Professores Manuel Durão e Maria Helena Lemos e por estes doada ao Museu no ano de 2006, acompanhada de um vastíssimo corpo de documentação.
Com esta exposição procurámos fazer um exercício de interrogação e aprendizagem do processo de elaboração do inventário que necessariamente acompanha a incorporação dos objectos no Museu. Nela damos conta das normas e protocolos que devem ser seguidos ao lidar com os campos a preencher numa ficha de inventário. Mas procuramos fazê-lo não iludindo as dúvidas, as incertezas que convivem com um pragmatismo tantas vezes seco e erroneamente valorado pela sua suposta neutralidade científica. É na própria incerteza e nas imprecisões nunca totalmente resolvidas que se encontra o espaço mais fecundo da reflexão que deve ser parte do trabalho indispensável de um processo de incorporação e inventário, não excluindo os elementos de ironia que afinal podem enriquecer com uma dimensão lúdica aquela aparente secura. Haverá alguns desses apontamentos nesta exposição. Ela é, afinal, um exercício museológico aberto às sugestões dos visitantes, onde tanto as orientações como as dúvidas são uma proposta de diálogo que com eles podemos estabelecer.

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Convite - Inauguração no MNE


Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Serviço Educativo | Programa de actividades

» Oficinas
Oficina de expressão plástica
MOINHOS E MOÍDOS

Os cereais são vegetais que estão na base da nossa alimentação. Uma das formas de aproveitamento alimentar das sementes e dos grãos passa pela sua transformação em granulados e farinhas. Descascar, esmagar ou farinar são algumas das acções realizadas pelos sistemas de moagem, como por exemplo os almofarizes, as mós e os moinhos accionados manualmente, ou outros ainda movidos pela força das águas, dos ventos ou de animais, como as atafonas.
No sector de reservas Galerias da Vida Rural podes conhecer alguns destes engenhos e até mesmo experimentar a tua força e habilidade numa mó manual! Nesta visita ficarás ainda a saber o que faz um moleiro, quais os usos da farinha e a identificar o grão dos cereais que comes ao pequeno-almoço com leite, ou com os quais se faz o pão ou as doces pipocas!
Depois da visita, vamos dobrar, cortar, pintar e montar um moinho com velas, um móbil ou um papagaio de papel colorido.

GRUPOS
Duração 1h30 (visita guiada+oficina)
Público-alvo 4 aos 12 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Oficina de expressão plástica
PANELAS CANTORAS

Vem conhecer as panelas cantoras dos índios Wauja através de uma “viagem” às Galerias da Amazónia, do Museu Nacional de Etnologia. A seguir à visita participarás numa oficina de expressão plástica, durante a qual poderás modelar panelas com massa pão.

GRUPOS
Duração 1h30 (visita guiada+oficina)
Público-alvo 4 aos 12 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Oficina de expressão dramática
RAMAYANA:
O RAPTO DE SITA

O Ramayana é um poema épico indiano que surge representado nas imagens das pinturas cantadas. A história fala-nos do príncipe Rama corajoso e honesto que, devido à cobiça de uma das rainhas do seu pai, parte para a floresta em exílio.
Durante uma das suas viagens conhece a sua amada Sita cuja beleza atrai o demónio Ravana que decide então raptá-la.
Rama inicia uma busca incessante para encontrar a sua mulher, contando com a ajuda de muitos aliados, seus amigos, como Hanuman, o deus macaco.
Para conhecer melhor a história os mais novos irão participar numa inesperada dramatização do enredo, encarnando as personagens com a ajuda de adereços que estão ocultos numa arca muito, muito antiga…

GRUPOS
Duração 1h30
Público-alvo 8 aos 12 anos 15>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Oficina de expressão plástica
MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS

(a partir de Novembro de 2008)
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, como por exemplo os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.

GRUPOS
Duração 1h30
Público-alvo 6 aos 12 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Oficina sobre inventário de colecções
COLECCIONAR É CONHECER
(a partir de Novembro de 2008)
Quase todos nós somos coleccionadores de objectos que por algum motivo achamos interessantes. As «coisas» que reunimos têm entre si um tema comum, sendo depois a sua variedade de formas e de conteúdos que nos fazem procurar um maior número de exemplares. Fazer uma colecção é, principalmente, expressar o desejo que se tem em conhecer mais e melhor um determinado assunto.
No entanto, frequentemente esquecemo-nos de quão importante é fazer um inventário dos nossos objectos e do conhecimento que temos sobre cada um deles, correndo o risco de, mais tarde, não nos recordarmos de quase nada sobre estes, até mesmo das histórias mirabolantes que vivemos para os conseguir.
Esta actividade vai mostrar-te como o Museu Nacional de Etnologia reúne as suas colecções e como as inventaria; depois, tu próprio irás experimentar o registo de um objecto num livro de tombo e o preenchimento da sua respectiva ficha de inventário. Para além dos suportes tradicionais, as novas tecnologias estarão presentes, pois são um recurso indispensável para fazer este trabalho de uma forma mais rápida e segura, não esquecendo ainda que esse inventário poderá ser consultado também por outras pessoas.
Os objectos a inventariar serão trazidos por ti, e podem pertencer a uma (futura) colecção particular ou colectiva (da turma, ou da escola).

GRUPOS
Duração 1h30
Público-alvo 9 aos 16 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, às 14h 4.ª feira, às 10h e às 14h
Participação 3€ (por participante)
O grupo deverá trazer 1 objecto por cada 5 participantes.
Sujeito a marcação prévia

» Visitas guiadas
Visita guiada Reservas
GALERIAS DA AMAZÓNIA

As Galerias da Amazónia são reservas que permitem trazer junto do público a totalidade dos objectos do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica. Duas das colecções aqui expostas merecem particular destaque. A primeira foi constituída por Victor Bandeira em meados dos anos 60, por solicitação de Jorge Dias na altura da criação do próprio museu (1965), tendo sido parcialmente exposta em 1966 nas instalações da Sociedade Nacional de Belas Artes por iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian. A mesma viria a ser objecto da exposição Índios da Amazónia que este museu inaugurou em 1986. Trata-se de um primeiro e importante contributo para o conhecimento dos povos da Amazónia. A segunda colecção foi constituída entre 1999/ 2000, junto dos índios Wauja do Xingu, no âmbito da preparação da exposição Os Índios, Nós que este museu inaugurou em 2000. Tornou-se uma das mais extensas colecções procedentes de uma só aldeia, organizada segundo critérios discutidos com os próprios habitantes e problematizados e documentados na exposição Com os Índios Wauja: objectos e personagens de uma colecção amazónica (2004).
Estas reservas são o resultado de um trabalho conduzido desde 1998, com as obras de ampliação do museu e a construção de novos espaços para armazenamento de colecções, e culminam um já extenso conjunto de actividades que comporta exposições, edições, colóquios, realização de filmes e videogramas, estágios e programas de investigação.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo a partir dos 4 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h
Horário 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Duração 50 min.
Público-alvo público em geral
Horário 3.ª feira, às 15h30
Horário 4.ª a 6.ª feira, às 15h30
Participação Gratuita
Não sujeito a marcação prévia

Visita guiada Exposição
PINTURAS CANTADAS:
ARTE E PERFORMANCE DAS MULHERES DE NAYA
A exposição Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo a partir dos 4 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h
Horário 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

Visita guiada Reservas
GALERIAS DA VIDA RURAL

Sector de reserva visitável do Museu Nacional de Etnologia que alberga um total de cerca de 3.000 peças, as Galerias da Vida Rural trata-se de um espaço dedicado às colecções ilustrativas de temas alusivos à sociedade rural em Portugal – transportes, sistemas de atrelagem, alfaia agrícola, abrigos de pastor, tecnologia têxtil, sistemas de moagem e equipamento doméstico, assim evidenciando a multiplicidade de soluções desenvolvidas no quadro da diversidade regional do País.
Testemunhos materiais de modos de vida evanescentes ou, em muitos casos, já desaparecidos no momento da sua recolha, a maior parte dos objectos apresentados nestas Galerias foi reunida sobretudo entre as décadas de 1960 e 1970, por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira, elementos da equipa que está na origem do Museu Nacional de Etnologia e que, com Jorge Dias e Fernando Galhano havia iniciado em finais da década de 40 do século findo o seu percurso de investigação.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo a partir dos 4 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h
Horário 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Duração 50 min.
Público-alvo público em geral
Horário 4.ª a 6.ª feira, às 10h30
Participação Gratuita
Não sujeito a marcação prévia

Visita guiada Exposição
EXERCÍCIO DE INVENTÁRIO: A PROPÓSITO DE DUAS DOAÇÕES DE OLARIA PORTUGUESA

(a partir de Novembro de 2008)
Esta exposição fala de muitas coisas e procura pô-las em relação. Desde logo, com ela desejamos assinalar e honrar o gesto generoso e culturalmente comprometido de dois doadores: a colecção de barro preto doada pelo Professor e investigador alemão Werner Tobias, no ano de 2002, e a colecção de olaria procedente da generalidade dos centros oleiros do país, constituída pelos Professores Manuel Durão e Maria Helena Lemos e por estes doada ao museu no ano de 2006, acompanhada de um vastíssimo corpo de documentação. A aceitação de doações extensas e sistemáticas traz consigo a responsabilidade acrescida da condução de procedimentos de âmbito metodológico e de alcance logístico, que produzam a articulação de toda a informação e documentação disponível e concretizem a sua efectiva incorporação no acervo do museu. Assim aconteceu com estas. Ambas foram estudadas por jovens antropólogos que aqui realizaram os seus estágios de iniciação ao estudo de colecções beneficiando, em qualquer dos casos, do conhecimento e da colaboração empenhada e próxima dos respectivos colectores: Joana Cartaxo com Werner Tobias em relação à colecção de barro preto e João Oliveira com Manuel Durão em relação à colecção geral de olaria portuguesa. Este acompanhamento traduziu-se igualmente na revisitação de alguns dos lugares de origem dos objectos e consequente produção de nova informação e documentação. É também esta uma das vertentes que a exposição quer sinalizar, ao retomar os relatórios finais em que se traduziram aqueles estudos que incidiram sobre o processo de incorporação e inventário, ao mostrar exemplos de filmes entretanto realizados no terreno, e ao contar com a colaboração dos jovens investigadores, seus autores. Esta exposição é também um modo de falar da diversidade de formas e funções, centros de produção e artesãos que a esta actividade têm dedicado a sua vida, procurando trazer exemplos que transmitam uma visão diversificada de um universo material feito de gestualidade e saber fazer e uma pluralidade de finalidades e usos.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo a partir dos 4 anos 5>25 participantes
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h
Horário 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

» Preparação de visitas guiadas
EXPOSIÇÕES E RESERVAS

O Serviço Educativo recebe docentes e outros responsáveis de grupos para preparar em conjunto as visitas guiadas aos vários espaços expositivos do Museu.

Horário 3.ª feira, das 10h às 12h30
Sujeito a marcação prévia


OUTRAS INFORMAÇÕES

CONTACTOS
Sandra Silva
Responsável pelo Serviço Educativo
Museu Nacional de Etnologia
Av.ª Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa
Tel. 21 304 11 60/9 Fax 21 301 39 94

Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Conservação e Restauro: estágio 2008

Ao abrigo do protocolo de colaboração para realização de estágios celebrado entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Instituto dos Museus e da Conservação /Museu Nacional de Etnologia terminou, com apresentação pública a 21 de Julho de 2008, o estágio de Cláudia Duarte.

A formação obtida durante este estágio foi muito abrangente, focando vários aspectos relacionados com a gestão do acervo do ponto de vista da Área de Conservação e Restauro, nomeadamente normas de segurança e regras de trabalho no MNE, procedimentos de incorporação de novos objectos, correcta instalação de objectos em reserva (incluindo a criação de suportes adequados), controlo integrado de infestações e diversas outras acções relacionadas com procedimentos de conservação preventiva e tratamentos de conservação.

Para além de assegurar algumas tarefas de rotina relacionadas com o plano de conservação preventiva do MNE este estágio teve dois objectivos principais: o acompanhamento do processo de transferência do acervo do Museu de Arte Popular e o tratamento de conservação de um molim proveniente do mesmo Museu.

No primeiro objectivo Cláudia Duarte agiu como courier, acompanhando os diversos transportes e acções de desinfestação de todo o acervo, assegurando os aspectos práticos necessários para garantir transportes seguros. Já no MNE, Cláudia Duarte, em conjunto com outros colaboradores, procedeu a instalação em reserva de parte do acervo.

Para o segundo objectivo foi seleccionado um objecto em muito mau estado de conservação no qual foi realizado um tratamento de alguma complexidade precedido da elaboração de diagnóstico e de pesquisa sobre conservação de peles etnográficas. A par deste tratamento foram realizados ainda outros, mais simples e de execução mais rápida.

Cláudia Duarte atingiu, e em alguns pontos chegou a ultrapassar, os objectivos propostos para este estágio, estando este entre os melhores estágios curriculares realizados no MNE.

Como conclusão salienta-se que este estágio permitiu uma formação sólida em conservação e restauro apoiada também nos conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso que foram sendo complementados e consolidados durante os aspectos práticos das tarefas desenvolvidas.


Cláudia Duarte supervisionando a chegada ao MNE de objectos da colecção de mobiliário provenientes do Museu de Arte Popular

Cláudia Duarte durante uma fase do tratamento de conservação de um molim proveniente do Museu de Arte Popular