segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Exibição dos filmes de animação realizados no Museu Nacional de Etnologia - 15 de Novembro - Auditório do MNE - Entrada livre

A oficina Objectos e memórias animados decorreu no Museu Nacional de Etnologia, nos fins-de-semana 26 e 27 de Setembro e 10 e 11 de Outubro. A actividade foi conduzida por Fernando Galrito e contou com a participação das famílias que aceitaram o convite do Serviço Educativo para passar as manhãs connosco. Ao longo de 4 sessões os adultos e as crianças conheceram e experimentaram técnicas do cinema de animação, tendo igualmente visitado e animado as colecções das Galerias da Vida Rural e das Galerias da Amazónia.
Decorrido um mês, e finalizados os trabalhos de edição, vimos agora anunciar a exibição pública dos filmes que terá lugar no próximo dia 15 de Novembro (domingo), às 11h, no auditório do Museu Nacional de Etnologia.

A sessão inclui ainda outros filmes de animação infantil:
Oktapodi
Realização: J. Bocabeille, F. Chanioux, O. Delabarre, T. Marchand, Q. Marmier, E. Mokheberi França, 2008, 2'30'', cor, 3D
A atribulada aventura de dois pequenos polvos que tentam escapar ao seu destino… acabar na panela.

Coisas e Loiças
Realização: Sandra Santos Portugal, 2001, 6', cor, objectos
Já imaginaste como seria se um dia as peças de um museu ganhassem vida?

O Pequeno Peixe (The Tiny Fish)
Realização: Sergei Ryabov Rússia, 2007, 9'35'', cor, desenho
O mundo das crianças é maravilhoso e subtil: um pequeno facto pode tornar-se num desastre.
Mas a generosidade da alma infantil é capaz de fazer milagres.

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Empréstimos

O MNE colabora frequentemente com outras instituições museológicas, nacionais e estrangeiras, emprestando objectos do seu acervo.

Nestas situações o MNE segue um conjunto de regulamentos que têm como objectivo o controlo de condições de exposição e de circulação para garantir a ausência de factores de degradação capazes de afectar os objectos.

Na maioria dos casos os empréstimos são acompanhados por um(a) courier que se encontra presente em todas as fases de cada processo: verificação do estado de conservação dos objectos, embalagem, transporte, desembalagem e instalação em exposição.

Depois de instalada a exposição o MNE mantém-se em contacto com a entidade organizadora recebendo regularmente os resultados das monitorizações às condições de exposição.

Desde que entrou em funcionamento, o MNE colaborou com o empréstimo de objectos para 80 exposições. Destes empréstimos 51 foram para Portugal enquanto que 29 foram para o estrangeiro, sobretudo para países europeus. Fora da Europa foram realizados 3 empréstimos para os Estados Unidos da América, 2 para o Brasil, 1 para a Indonésia, 1 para Marrocos e 1 para o Japão.

Nos últimos cinco anos foram emprestados 175 objectos (representando 0,5% do acervo total) para 16 exposições, das quais 10 foram em Portugal e 6 no estrangeiro (Europa).

As estatísticas apresentadas relativamente aos últimos 5 anos não podem ser consideradas representativas da situação geral. Por exemplo, no empréstimo realizado para a exposição In the Presence of Spirits: African Art from the National Museum of Ethnology, Lisbon, que itinerou pelos Estados Unidos da América durante quase dois anos (de Setembro de 2000 a Janeiro de 2002) estiveram presentes 141 objectos do acervo do MNE constituindo estes a totalidade da exposição.

Como se pode verificar os pedidos de empréstimo, assim como as suas características e a quantidade de objectos solicitados, são muito variáveis em cada ano.




quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Campanha de limpeza das Galerias da Amazónia

Estamos a realizar uma campanha sistemática de limpeza nas Galerias da Amazónia.
Este tipo de campanhas insere-se no Plano de Conservação Preventiva nas acções de manutenção e gestão de colecções.

O procedimento é simples: são retirados todos os objectos do interior de uma vitrina, a vitrina é limpa, os objectos são verificados e após alguns dias os objectos são recolocados em reserva. Caso sejam necessários outros procedimentos de conservação os objectos serão tratados antes da sua recolocação em reserva.

Pormenor de uma vitrina onde se pode observar vestígios da actividade de insectos xilófagos detectados durante uma das monitorizações realizadas com base no programa de controlo integrado de infestações

Aspecto de uma das fases de limpeza do interior de uma vitrina onde se pode observar que trabalhar no Museu Nacional de Etnologia não é nenhum mar de rosas

Esta campanha de limpeza irá continuar nos próximos meses sendo por vezes realizada durante o período de visitas. Os visitantes que pretendam informações sobre os objectos que foram temporariamente retirados podem obtê-las no computador que se encontra disponível nas Galerias da Amazónia ou junto do/a técnico/a que acompanha a visita.

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Oficina Objectos e memórias animados

A oficina Objectos e memórias animados decorreu no Museu Nacional de Etnologia, nos fins-de-semana 26 e 27 se Setembro e 10 e 11 de Novembro. A actividade foi conduzida por Fernando Galrito e contou com a participação das famílias que aceitaram o convite do Serviço Educativo para passar as manhãs connosco.
Ao longo de 4 sessões os adultos e as crianças conhecerem e experimentaram técnicas do cinema de animação, tendo igualmente visitado e animado as colecções das Galerias da Vida Rural e Galerias da Amazónia.
Actualmente aguardamos, expectantes, a edição de um filme colectivo, que brevemente será projectado no auditório do Museu Nacional de Etnologia.
A oficina surgiu no âmbito da iniciativa Domingos das 10h às 13h…, promovida pelo IMC e IGESPAR, cujo programa tem continuação até Março de 2010, noutros museus, palácios e monumentos.

Imagens por: Sandra Silva

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Seminário de investigação em museologia dos países de língua portuguesa e espanhola

Sandra Silva, responsável pelo Serviço Educativo do Museu e Clara Oliveira, responsável pela área de divulgação e comunicação, apresentaram um poster e uma comunicação, respectivamente, no Seminário de investigação em museologia dos países de língua portuguesa e espanhola, que decorreu entre 12 e 14 de Outubro na Fundação Dr. António Cupertino Miranda no Porto.

Publicamos o abstract da comunicação e o poster (clicar na imagem do poster para aumentar):


Os Públicos do Museu Nacional de Etnologia. Pesquisa para uma estratégia de comunicação
Clara Oliveira


Na continuação de uma diversidade de acções já anteriormente levadas a cabo para o conhecimento dos seus públicos, o Museu Nacional de Etnologia conduziu um inquérito aos visitantes individuais ou em grupo não organizado e não escolar entre 2004 e 2005. As conclusões levaram a uma reflexão profunda acerca da comunicação do Museu, da sua localização geográfica, dos recursos disponíveis, etc. Apesar do seu carácter exploratório, este projecto foi determinante para a compreensão de algumas características do visitante do Museu, para o entendimento teórico de novos conceitos como não-público e, em última instância, para a delineação de novas estratégias de comunicação. Foi dessa investigação e suas ramificações para o dia-a-dia da divulgação do Museu que falámos.


Visita guiada. Uma expressão da dimensão educativa
Sandra Silva

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Propostas do MNE

» VISITA GUIADA Galerias da Amazónia (reserva visitável)

As Galerias da Amazónia trazem junto do público a totalidade dos objectos do Museu procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica. Estas reservas são o resultado de um trabalho conduzido desde 1998, com as obras de ampliação e a construção de novos espaços para armazenamento de colecções.


INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Não sujeito a marcação prévia
Duração 50 min.
Horário às 11h30 e às 15h30
Participação Gratuita


» VISITA GUIADA Galerias da Vida Rural (reserva visitável)

As Galerias da Vida Rural são um espaço dedicado às colecções ilustrativas de temas alusivos à sociedade rural tradicional portuguesa, nomeadamente transportes, sistemas de atrelagem, alfaia agrícola, abrigos de pastor, tecnologia têxtil, sistemas de moagem e equipamento doméstico.

O sector de reserva alberga cerca de 4.000 peças, e a maior parte foi reunida sobretudo entre as décadas de 1960 e 1970, pela equipa que está na origem do Museu.

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Não sujeito a marcação prévia
Duração 50 min.
Horário às 10h30 e às 14h30
Participação Gratuita

» VISITA LIVRE Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya (sala 2)

Esta exposição apresenta pinturas cantadas realizadas pelas mulheres das comunidades Patua, da aldeia de Naya, do Estado de Bengala na Índia. As pinturas são feitas em folhas de papel justapostas, coladas em tecido, e os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.


» VISITA LIVRE Exercício de inventário: a propósito de duas colecções de olaria portuguesa (sala 3)

Esta exposição dá a conhecer duas colecções sistemáticas de cerâmica portuguesas que foram doadas respectivamente pelo Professor e investigador alemão Werner Tobias e pelos Professores Manuel Durão e Maria Helena Lemos. Em paralelo a exposição trata também dos processos de incorporação e de inventário das colecções dentro do Museu.




» VISITA LIVRE Desenhar para ver: o encontro de Bárbara Assis Pacheco com as Galerias da Amazónia (sala 4)

Exposição que apresenta um conjunto de desenhos da autoria de Bárbara Assis Pacheco inspirados nas colecções patentes ao público no sector de reservas Galerias da Amazónia.





terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Montagem da exposição Desenhar para ver. O encontro de Bárbara Assis Pacheco com as Galerias da Amazónia

A ideia da exposição surge durante o projecto de Barbara Assis Pacheco no Museu Nacional de Etnologia. Esta ideia foi sendo trabalhada pela equipa do Museu e meses antes da inauguração começou a pintura das paredes da sala 4, a construção dos módulos e a adaptação dos vidros necessários à montagem de vitrinas. A instalação dos objectos e desenhos na sala já preparada decorreu de 11 a 16 de Agosto de 2009.
A equipa de montagem foi constituída por Alexandre Raposo, Cláudia Duarte, Joana Amaral, Manuel Araújo, Paulo Maximino e coordenada por Joaquim Pais de Brito e Bárbara Assis Pacheco.

Integram esta exposição 101 Desenhos, 8 dos quais foram doados ao Museu pela autora, e 21 objectos pertencentes às Galerias da Amazónia.

A montagem desta exposição compreendeu a utilização de dez módulos de aglomerado de madeira pintados com tinta sintética branca, que servem de base às vitrinas, de suporte a uma máscara de tukujẽ fêmea Wauja e de delimitação da área ocupada pela máscara cara de macaco Kamayurá que se encontra suspensa.

Para além das vitrinas de vidro com cantos de metal aplicados com silicone e aparafusados, e com base de MDF, foram utilizados dois conjuntos de pranchas acrílicas suspensas, para exposição de desenhos de menor dimensão, aí fixados com recurso a fita-cola de dupla face.

A localização e a forma de colocação dos objectos em exposição, a posição relativa dos módulos e vitrinas e as respectivas dimensões são sempre registadas numa planta. Esta planta faz parte do relatório elaborado sobre cada montagem de exposição onde também estão descritos todos os sistemas expositivos.

Tanto as aguarelas como os objectos que integram esta exposição foram colocados por diferentes métodos:

Desenhos
Pregadas à parede em dois pontos superiores com fio de nylon em tensão de um prego ao outro; fio de nylon na parte inferior do desenho, em tensão em dois pontos de fita-cola colados à parede.

Pregados a módulos em dois pontos superiores e inferiores com fio de nylon em tensão de um prego ao outro, bem como a aplicação pontual de fita-cola dupla no verso dos desenhos.

Pregados superiormente a telas pintadas com tinta sintética branca, com fecho de plástico pelo verso.

Suspensos em vitrinas por fios de nylon e molas de metal.

Colados com fita-cola dupla em pranchas de acrílico.

No módulo, entre vidros e apoiados em pequenos elementos de plástico colados ao vidro.

Objectos
Suspensos por fios de nylon.

Suspensos por fio de nylon e com suporte em acrílico.

Nas vitrinas com suporte em acrílico.

Nas vitrinas com suporte em vidro.

Nas vitrinas sobre a prateleira de vidro.

No módulo com suporte em madeira.

Na vitrina sobre módulo e cell-aire®.



Desta forma se consegue ter um registo exacto da exposição. Outra vantagem é que é possível fazer uma monitorização muito bem documentada dos objectos garantindo que os sistemas de exposição não são responsáveis por qualquer tipo de degradação.

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Visita guiada online à exposição Pinturas Cantadas

Visite este sítio (sob o nome A Tour of the Exhibition with Director Joaquim Pais de Brito) para aceder a uma visita guiada da exposição Pinturas Cantadas, arte e performance das mulheres de Naya, pelo Director do MNE, Prof. Joaquim Pais de Brito. A realização é de Lina Fruzzetti e Ákos Östör.

Aqui também pode encontrar informações adicionais sobre o trabalho destes dois investigadores sobre as mulheres de Naya.

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Oficina de cinema de animação para famílias no MNE

Oficina de cinema de animação

OBJECTOS E MEMÓRIAS ANIMADOS

Tendo como ponto de partida um objecto do Museu, a oficina convida os participantes a experimentarem técnicas base do cinema de animação, ao longo de 4 sessões.

Os trabalhos realizados serão parte integrante de uma curta-metragem que, quem sabe, viajará até outros países.

Oficina conduzida por Fernando Galrito

Data e horário:
26 e 27 de Setembro (Sáb. e Dom.) e 10 e 11 de Outubro (Sáb. e Dom.)
Das 10h às 13h

Público-alvo:
Famílias. Crianças 6 > 12 anos + adultos

N.º de participantes:
5 > 16 participantes

Taxa de participação:
8€ adulto + 4 € criança (pelas 4 sessões)

Duração:
3h (cada sessão)

Inscrição prévia:
Até 25 de Setembro

Nota: A inscrição prevê a participação das mesmas famílias durante as 4 sessões.

Para mais informações » Sandra Silva, Serviço Educativo do Museu Nacional de Etnologia, Tel.: 21 304 11 60 / 9, E-mail: mnetno.ssilva@ipmuseus.pt, Web: www.mnetnologia-ipmuseus.pt, Blogue: http://mnetnologia.blogspot.com

Solistas da Metropolitana nos Museus do IMC

Foi estabelecida uma parceria entre o Instituto dos Museus e da Conservação e a Orquestra Metropolitana de Lisboa com o objectivo de levar aos museus expressões artísticas musicais, começando um ciclo de concertos já no próximo dia 26 de Setembro e que termina em Março de 2010.

Os Solistas da Metropolitana farão um percurso cultural por quatro espaços museológicos onde, com apresentações de música de câmara ou recitais, se aproximarão ainda mais dos públicos e onde uma ambiência de partilha particularmente significativa se fará sentir no Palácio Nacional da Ajuda, Museu da Música, Museu Nacional de Etnologia e Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.
Um ciclo de música nos museus será pois a perfeita síntese entre o conteúdo e a forma, entre o som e o cenário que o recebe, fazendo a ligação entre o presente e o passado, a história e as suas evoluções artísticas.
Espaços bem diferentes, que se abrem aos visitantes para concertos de entrada gratuita (até ao limite da lotação disponível) sempre à tarde, às sextas-feiras ou aos sábados.

No MNE será este sábado, dia 26 de Setembro, pelas 16h, no auditório.

Consulte a programação em http://www.blogger.com/www.imc-ip.pt

sábado, 12 de Setembro de 2009

Inauguração de exposição - 17 de Setembro - 18h30


DESENHAR PARA VER: O ENCONTRO DE BÁRBARA ASSIS PACHECO COM AS GALERIAS DA AMAZÓNIA

Inauguração da exposição temporária
Dia 17 de Setembro de 2009, 18h30


Olhar os objectos
Joaquim Pais de Brito
Director do Museu Nacional de Etnologia

Não existe saber exclusivo que permita formular a infinidade de questões e de respostas que os objectos podem trazer consigo. As colecções etnográficas no Museu reenviam para um campo disciplinar que treinou métodos de investigação e abriu perspectivas para a compreensão e interpretação dos contextos de onde provêm, e nos orientam no nosso propósito de saber o que são. Mas, pelo simples facto de já se encontrarem no Museu, os objectos, sempre instáveis, são exilados desses mesmos contextos e, no seu exílio, abrem-se para novos campos de significação. Os objectos existem perante os olhos que os olham e cada olhar tem a sua própria história, feita de construção intelectual, experiência, sensibilidade e do próprio devaneio em que procura os seus limites. Por isso, a importância que temos dado em abrir as portas do museu em formas de colaboração com aqueles que, não utilizando os instrumentos próprios da antropologia, propõem ângulos de abordagem e modos de aproximação, cujos resultados são posteriormente articulados nas metodologias de trabalho e na experimentação museológica e museográfica. Desta vez foi uma pintora que nos procurou para desenhar alguns dos objectos que vira numa visita às Galerias da Amazónia. Como Bárbara Assis Pacheco nos diz, no texto em que apresenta esta experiência, nem sempre os resultados a gratificaram. Alguns objectos resistiram, não se deixavam desenhar. Outros insinuaram-se insistentemente em muitos desenhos, como os brincos Karajá no fulgor das suas formas e cores, muitas vezes retomados, como a máscara macaco Kamaiurá que se impôs na força do desenho e veio ocupar o centro da própria exposição, como os homenzinhos em que se transformaram os pequenos amuletos ou adornos dos índios Tikuna, deslocando-se agora na paisagem vazia de uma folha quase saindo dela, na linha do horizonte. Alguns dos que resistiram estão também na exposição, com os comentários da pintora sobre a ausência do desenho. Nem todos os objectos desenhados ali se encontram e os que lá estão não os vemos necessariamente junto ao seu desenho. O visitante oscilará entre observá-los em separado ou estabelecer semelhanças, comparações e, sobretudo, irá talvez interrogar-se sobre o traço. A exposição que resultou deste projecto de colaboração é um ensaio de olhar para os objectos, um meio, entre outros, de os ver. Também por isso alguns destes desenhos passaram a integrar as colecções do museu.



“Acho que se vê logo que este foi o objecto que gostei mais de desenhar, também pela escolha intuitiva do papel que tornou o resultado tão óbvio.”
Bárbara Assis Pacheco

Máscara cara de macaco
Kamayurá
AN.219
146x21x26cm
Tinta da china e guache s/ papel: 70,5x100cm
Galerias da Amazónia: Vitrina 10.1

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Feira do livro do IV Congresso da APA

O Museu estará presente na Feira do Livro que decorrerá durante o IV Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia de 9 a 11 de Setembro.

As edições apresentadas (catálogos do Museu e de outros museus do Instituto dos Museus e da Conservação, e algumas publicações de outras editoras) estarão à venda com 30% de desconto, na Sala Polivalente do Instituto de Ciências Sociais.

VISITEM-NOS!
Para aceder à página da APA, clique aqui.

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Doação de livros à biblioteca do Museu

O Museu Nacional de Etnologia recebeu um conjunto de livros que pertenceram à biblioteca do professor e escritor Eduardo Antonino Pestana, na sua maior parte obras de etnografia e folclore, doação esta feita pela sua filha, Dra. Marina Pestana. É vontade da doadora que este seja um legado a concretizar post mortem, não querendo nós deixar de dar notícia dele, pelo interesse por ela manifestado na escolha da instituição que receberá os livros, depois de uma visita feita às instalações do Museu no corrente mês de Agosto. Parte dessa colecção de monografias e revistas vem preencher lacunas da nossa biblioteca e trazer para ela algumas publicações mais raras. Aqui deixamos uma palavra de agradecimento à Dra. Marina Pestana pelo seu gesto de grande sentido cívico e científico.

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Conservação Preventiva

A preocupação com a conservação preventiva teve início com o próprio Museu e esteve presente ainda durante a fase de planeamento do edifício. Foi então definido que as reservas seriam mantidas a 50% de humidade relativa e a 20ºC de temperatura através de um sistema de climatização. Outro factor ponderado foi, por exemplo, a tipologia de vitrinas e armários a utilizar para colocação dos objectos pois pretendia-se que as reservas fossem visitáveis e que permitissem trabalhos de investigação.

Actualmente os princípios de actuação estão definidos no Plano de Conservação Preventiva sendo revistos e actualizados periodicamente.

O Plano caracteriza o edifício, o acervo e os recursos do Museu incluindo as actividades que requerem o acesso ao acervo como sejam as exposições, empréstimos, ou as que implicam a circulação de bens culturais ou a presença do público junto das colecções.

O Plano de conservação preventiva inclui ainda uma análise de riscos e um conjunto de normas e procedimentos que adequam a actuação do Museu para cada caso específico.

Do conjunto de normas e procedimentos, para além das questões previstas no Plano de segurança, fazem parte as várias monitorizações, o controlo ambiental e biológico, a manutenção de equipamentos e de sistemas de exposição e reserva, a limpeza dos espaços e as várias acções relacionadas com a manutenção do acervo.

Destacando algumas das normas e procedimentos mais relevantes podemos referir que actualmente o Museu tem definidos valores desejáveis para a boa preservação do acervo que se situam nos 55% de humidade relativa (com variações de ±5% desde que ocorram num período superior a 24 horas) e nos 20ºC de temperatura (com variações de ±5ºC). Os valores de humidade relativa e temperatura são monitorizados praticamente desde que as colecções entraram no edifício.

Estão também definidos os níveis de incidência de radiações (luz visível e invisível) nos objectos.
Existe um plano de controlo integrado de infestações a funcionar desde 2002 que tem como objectivo impedir o acesso de insectos e roedores ao acervo do Museu. Nesse sentido, são distribuídas várias armadilhas no edifício, colocadas em locais definidos, para que a captura de insectos permita o conhecimento das espécies presentes, o seu número, estágio de crescimento e as suas rotas de deslocação preferenciais. Das várias acções previstas pelo plano de controlo integrado de infestações estão em prática:
· manutenção da área circundante, incluindo a limpeza cuidada e frequente do jardim exterior do Museu;
· manutenção do edifício, incluindo a limpeza cuidada e frequente de todas as áreas;
· monitorização regular e frequente do estado de conservação dos objectos em reserva e exposição com vista à identificação de situações de infestação;
· regras para novas incorporações ou para situações de circulação exterior de objectos que incluem a verificação do estado de conservação dos objectos e a colocação em quarentena quando necessário;
· desinfestação imediata de objectos com ataque biológico activo;
· proibição de objectos pessoais, incluindo roupa, malas e casacos nas áreas de reserva e exposição;
· proibição de comer e beber nas áreas de reserva ou exposição e
· sensibilização e participação de toda a equipa para o controlo integrado de infestações.

Relativamente às exposições é de referir que em todos os casos é feito um relatório de montagem e é assegurada uma monitorização.
Também nas áreas de reserva existem várias monitorizações e a presença de público e de investigadores externos encontra-se regulamentada.
Para garantir a boa manutenção do acervo são realizadas várias acções:
· estabelecimento de normas, procedimentos e outros documentos de apoio e avaliação;
· estabelecimento de prioridade de acção e critérios de actuação;
· campanhas sistemáticas de limpeza, tratamentos de conservação e melhoria das condições de reserva e
· monitorização de todas as áreas de reserva e exposição.


Todas as actividades da Área de Conservação e Restauro são avaliadas periodicamente para garantir a sua adequação e verificar se os resultados obtidos estão de acordo com os objectivos estabelecidos inicialmente.


Termohigrógrafo colocado nas reservas visitáveis Galerias da Amazónia.

Pormenor do cesto timorense AZ.853 antes e depois da colocação de um suporte em espuma de polietileno.

terça-feira, 11 de Agosto de 2009

As Reservas do MNE - Parte 3

A maior área de reserva do Museu, hoje designada informalmente como Reservas Internacionais, era onde se encontrava a totalidade do acervo na altura da sua abertura ao público. À medida que se foram constituindo novas reservas as colecções foram sendo distribuídas por esses espaços e nas Reservas Internacionais encontram-se, actualmente, colecções provenientes de África, Portugal e Ásia.

Nesta área estão cerca de 24.615 objectos (12.450 objectos africanos, 6.674 objectos portugueses, 4.022 objectos asiáticos e 1.469 têxteis de diversas proveniências). Os sistemas expositivos e as vitrinas são as que foram planeadas pela equipa inicial do Museu.

Esta área é extremamente vasta, quando comparado o número de objectos que alberga com o das outras áreas, e de gestão mais complexa, continuando-se o Museu a reger pelas normas estipuladas no seu plano de conservação preventiva.

Para além das monitorizações ao estado de conservação dos objectos e sistemas expositivos, várias acções e campanhas sistemáticas aqui têm sido desenvolvidas. A primeira, uma campanha de limpeza, iniciada logo após os trabalhos de ampliação e beneficiação do edifício e terminada em 2004, permitiu o conhecimento concreto do estado de conservação de cada objecto individualmente, o que por sua vez levou às primeiras reflexões sobre a gestão do acervo pela actual equipa do Museu. Daqui surgiu a definição das primeiras prioridades de actuação bem como de normas e procedimentos de trabalho que a Área de Conservação e Restauro segue.

Nesta área foram iniciadas, e são continuadas actualmente, várias campanhas que visam a melhoria das condições de reserva (limpeza, tratamentos, realização ou melhoria de suportes…).

As Reservas Internacionais não estão abertas ao público mas excepcionalmente podem ser visitadas por investigadores externos e estudantes de antropologia, museologia ou conservação e restauro. Estas visitas são alvo de regulamentos específicos

A mais recente área de reserva do Museu, designada provisoriamente como Reservas Novas, encontra-se actualmente numa fase de instalação de colecções, onde se inclui parte do acervo proveniente do Museu de Arte Popular que foi passado para o MNE em 2007. Aqui estão em reserva cerca de 5000 objectos. Esta área também está incluída nas acções de gestão e manutenção do acervo previstas no Plano de Conservação Preventiva.

Vista de uma das vitrinas das Reservas Internacionais quando foram retirados os objectos durante a campanha de limpeza


Vista geral de vitrinas das Reservas Novas


segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

As imagens do baile





terça-feira, 28 de Julho de 2009

Quinta-feira, dia 30 de Julho, 21h30: Baile no Museu


Exposições Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa e Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya abertas, respectivamente, até às 23h30 e 20h30
* Loja aberta até 23h e algumas publicações e CDs com 50% de desconto
* Cafetaria aberta até ao final da noite.


OUTRAS INFORMAÇÕES:
Sandra Silva ( Serviço Educativo)
Tel. 21 304 11 60/9; Fax 21 301 39 94
E-mail mnetnologia@ipmuseus.pt (geral) ou mnetno.ssilva@ipmuseus.pt (Serviço Educativo)

terça-feira, 21 de Julho de 2009

As Reservas do MNE - Parte 2

Localizadas na parte nova do edifício, as Galerias da Amazónia são, desde 2006, uma reserva visitável onde se encontram objectos provenientes da Amazónia.

Nesta área estão cerca de 1800 objectos em vitrinas havendo apenas 6 objectos fora de vitrina e colocados sobre estrados.

Também nesta área a gestão das colecções respeita os princípios de conservação preventiva definidos pelo Museu, que orientam as acções tendo objectivos bem definidos.

No caso concreto desta reserva, cuja instalação é relativamente recente, foram equacionadas questões que não o tinham sido quando se procedeu à montagem das Galerias da Vida Rural. Podemos observar que os sistemas expositivos escolhidos são tão variáveis como nas Galerias da Vida Rural (objectos suspenso ou objectos em estrados, por exemplo) mas aqui estão mais protegidos de riscos como o vandalismo porque apenas 0,3% da colecção se encontra fora de vitrina. No entanto, as vitrinas são muito diferentes das utilizadas nas Galerias da Vida Rural e a sua maior complexidade acarreta riscos próprios.

Nesta área é realizada uma monitorização regular ao estado de conservação dos objectos e ao equipamento expositivo. Não são realizadas campanhas sistemáticas pois todos os objectos que se encontravam em mau estado de conservação foram alvo de tratamentos antes da sua colocação em reserva.

Vista geral das Galerias da Amazónia antes da colocação dos objectos em reserva.


Vista geral de quatro máscaras Wauja de grandes dimensões sobre estrado

terça-feira, 14 de Julho de 2009

As Reservas do MNE - Parte 1

Com excepção dos objectos em exposições, em tratamentos de conservação e restauro ou em empréstimos, todo o acervo do Museu se encontra nas suas áreas de reserva.

O trabalho realizado nestas áreas implica uma caracterização muito pormenorizada (do edifício, das condições de ambiente, das colecções e das actividades que aí decorrem) de forma a ser possível a análise de riscos.

Caracterizando potenciais riscos o Museu pode definir objectivos, metodologias de trabalho e prioridades de actuação que permitam assegurar as melhores condições de conservação para o seu acervo.

As Galerias da Vida Rural foram a primeira área de reserva a ser aberta ao público regularmente. Desde 2000 que é possível visitar esta reserva em grupos pequenos e acompanhados.

Nesta área estão cerca de 4.000 objectos representativos da sociedade rural portuguesa. São vários os sistemas expositivos utilizados: os objectos apresentam-se sobre um estrado ou em vitrina (90%), fora de vitrinas (10%) ou directamente no solo (1,4%). Há ainda, fora ou dentro de vitrinas, objectos suspensos (12%).

A gestão das colecções que se encontram neste espaço respeita os princípios de conservação preventiva definidos pelo Museu, que orientam as acções tendo objectivos bem definidos. Destas acções, e no caso concreto desta área de reserva, são importantes a campanha sistemática de limpeza e tratamentos e a monitorização periódica do estado de conservação dos objectos e dos sistemas expositivos, com particular atenção à análise de riscos pois 12% do acervo encontra-se suspenso e 10% encontra-se fora de vitrinas.

Estes são dois exemplos onde os riscos relacionados com a acção de forças físicas directas (no caso dos objectos suspensos) e com o vandalismo (no caso de objectos fora de vitrina) são acrescidos e onde é necessária uma actuação constante, sobretudo tendo em conta a presença de público.



Vistas gerais de objectos dentro e fora de vitrinas

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Candidaturas a Trabalhos de Verão 2009

O projecto Trabalhos de Verão é um complemento de formação em contexto de trabalho real e em regime de voluntariado que decorre no Museu Nacional de Etnologia.

Avisam-se os alunos inscritos em cursos superiores de Conservação e Restauro que estão abertas candidaturas para participação neste projecto que, em 2009, inclui tarefas relacionadas com a conservação preventiva, melhoria de condições de reserva e a realização de tratamentos de conservação em objectos do acervo do Museu Nacional de Etnologia e do Museu de Arte Popular.

O trabalho decorrerá de 3 Agosto a 4 de Setembro de 2009 no horário de funcionamento do Museu.

Os voluntários receberão a formação necessária e serão acompanhados por profissionais do Museu.

Os interessados deverão submeter as suas candidaturas até ao fim de Junho de 2009. A selecção será feita por entrevista.

Contactar:
Joana Amaral ou Cláudia Duarte
Museu Nacional de Etnologia
Av. Ilha da Madeira
1400 – 203 Lisboa
tel: 213 041 160
fax: 213 013 994
mnetnologia@ipmuseus.pt (assunto: Trabalhos de Verão)

terça-feira, 23 de Junho de 2009

Ciclo de cinema documental Entre África e Índia. Antropologia e imagem.

Nos dias 4 e 5 de Julho terá lugar no Museu Nacional de Etnologia o ciclo de cinema documental Entre África e Índia. Antropologia e imagem, com a apresentação de oito filmes de Ákos Östör, antropólogo e realizador.

Enquadrado na Summer School Lisbon 2009 do ISCTE-IUL/ Brown University, o filme Singing pictures é precedido de uma visita à exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, às 14h de sábado, dia 4, e a sua apresentação e discussão são moderadas pela Professora Rosa Maria Perez, com a presença Ákos Östör e de Lina Fruzzetti.



Sábado, 4 de Julho
Das 14h às 18h

Aula da Summer School Lisbon 2009 ISCTE-IUL/ Brown University:
Visita à exposição
Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya
e apresentação do filme

Singing Pictures (2005)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör, Aditi Nath Sarkar

Debate com moderação de
Rosa Maria Perez

Hora de início da sessão de filmes:
19h

Serpent Mother (1985)
de Allen Moore e Ákos Östör

Loving Krishna (1982)
de Allen Moore e Ákos Östör

Seed and Earth (1995)
de Lina Fruzzetti, Alfred Guzzetti, Ned Johnston e Ákos Östör

Sons of Shiva (1985)
de Robert Gardner com Ákos Östör


Domingo, 5 de Julho

Hora de início da sessão de filmes:
11h

Khalfan and Zanzibar (2000)
de Lina Fruzzetti, Alfred Guzzetti e Ákos Östör

Fishers of Dar (2001)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör e Steven Ross

Songs of a Sorrowful Man (2009)
de Lina Fruzzetti, Ákos Östör e Aditi Nath Sarkar

- Lina Fruzzetti e Ákos Östör estarão presentes em todas as sessões -

Os filmes têm narração ou legendagem em inglês


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quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Área de Conservação e Restauro: Estágio 2009

Integrado no Proyeto Argo da Fundación para el fomento en Astúrias de la Investigación Científica Aplicada y la Tecnologia, o estágio de Roser Casellas Ribas na Área de Conservação e Restauro do MNE terminou a 29 de Maio de 2009.

Com uma duração de cerca de sete meses e meio este estágio, que se iniciou a 13 de Outubro de 2008, teve desenvolvimento em vários campos de actuação assegurados pela Área de Conservação e Restauro. Para além do aspecto formativo, característica de qualquer estágio deste sector do Museu, que focou aspectos relacionados com a gestão do acervo do ponto de vista da Área de Conservação e Restauro, Roser desenvolveu projectos relacionados com as exposições Exercício de inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa e Aromas de urze e de lama. Desenhos de Ruth Rosengarten para o livro de João Pina Cabral, onde fez parte da equipa de montagem e assegurou todas as monitorizações e acções de manutenção necessárias.

Foi responsável pelo tratamento de limpeza em 251 objectos das Galerias da Vida Rural e pelo tratamento de 25 objectos noutros contextos que prevêem acções de melhoria do estado de conservação dos objectos. No apoio dado ao estudo de colecções foi responsável pelo tratamento a 6 pulseiras de Timor e nas campanhas de melhoria de condições de reserva procedeu à reinstalação de um vasto conjunto de pulseiras e de um conjunto de máscaras de Angola das quais 6 necessitaram de tratamento de conservação. No âmbito da preparação para o empréstimo de objectos para a exposição Cortejo triunfal com girafas: animais exóticos ao serviço do poder (patente no Museu de Artes Decorativas Portuguesas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva de 4 de Junho a 28 de Agosto de 2009), foi responsável pelo tratamento de uma pulseira da Costa do Marfim. Este tratamento teve o apoio do Museu Nacional de Arqueologia, onde foi realizado sob orientação de Matthias Tissot.

Em conjunto com Cláudia Duarte coordenou duas oficinas sobre restauro de cerâmica integradas nas comemorações do Dia Internacional dos Museus. Este estágio permitiu a Roser Casellas Ribas obter uma formação mais sólida em conservação e restauro ao desenvolver aspectos relacionados com a gestão do acervo muito apoiados no Plano de conservação preventiva e na interdisciplinaridade.


terça-feira, 2 de Junho de 2009

Publicações na Biblioteca do MNE

Deram entrada na Biblioteca do Museu Nacional de Etnologia, nos meses de Março a Maio de 2009, as seguintes publicações:

2006 : Samurai sword decorative details [Material gráfico]. [S.l.] : Peter the Great Museum of Anthropology and Ethnography (Kunstkammer); Russian Academy of Sciences, 2006. 14 p. : il., color ; 30 cm.

2009 Happy New Year! [Material gráfico]. dir. Yuri Chistov. St. Petersburg : Peter the Great Museum of Anthropology and Ethnography (Kunstkammer); Russian Academy of Sciences, 2009. 1 calendário (32 p.) : il., color.; 21 x 30 cm

ABDURACHMAN, Paramita R. - Bunga angin portugis di nusantara: jekak-jekak kebudayaan portugis di Indonesia. Jakarta: LIPI Press, 2008. XVI, 280 p. ; 23 cm ISBN 978-979-799-235-4 (brochado)

ALMEIDA, Fernando-António - Montijo: roteiro do concelho: história: património: percursos. Montijo : Câmara Municipal, 2004. 124 p. : il., color. ; 23 cm

A arte e a devoção: peregrinagem e ex-votos de poveiros no Santuário de N.ª Srª.da Abadia: catálogo da exposição. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 2008. [26] p. : mto il., color. ; 21 cm (Brochado)

BALFET, Hélène ; FAUVET, Marie-France ; MONZON, Susana - Lexique plurilingue pour la description des poteries. Paris: Centre National de la Recherche Scientifique, 1988. 29 p. ; 27 cm. ISBN 2-222-04180-5 (brochado)

BARBOFF, Mouette - O pão em Portugal. Lisboa: INAPA, 2008. 143 p. : il., color ; 31 cm. ISBN 978-972-797-179-4 (encadernado)

Brasis revelados: 50 anos do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Rio de Janeiro: IPAHN : CNFCP, 2008. 59 p: il., color. ; 21 cm.
(Brochado)

Carrusel: Revista internacional del juguete y la Muñeca antiguos. Barcelona: Asociación Cultural de Amigos del Juguete y la Muñeca Antiguos, 2009. 47 p. : il., color ; 30 cm. AS-4.500-2005

Carta arqueológica do concelho de Montijo: do Paleolítico ao Romano. dir. cient. Luís Raposo. Lisboa : Edições Colibri , [2005]. 111 p. : il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais - Cultura ; 3). ISBN 972-772-567-8 (brochado)

CENTRO DE PROFESORES DE BADAJOZ ; MUSEO ARQUEOLOGICO PROVINCIAL DE BADAJOZ - La cocosa y el mundo rural romano. Badajoz: Diputacion: Departamento de Publicaciones, 1994. 94 p. : il., p. & b. ; 29 cm. (Arqueologia-Arte) ISBN 84-7796-942-6 (brochado) :

Certamen de fotografía sobre cultura popular: 2007. Madrid: Ministerio de Cultura : Secretaria General Técnica : Sundirección General de Publicaciones, Información y Documentación, cop. 2008. 323 p. : il., color. ; 28 cm ISBN 978-84-8181-348-7 (brochado)

Circunstâncias: Rui Anahory. Póvoa do Varzim: Turismo de Portugal, 2009. 52 p. : il., color. ; 25,5 cm DL 288956/09

CORNEJO VALLE, Mónica - La construcción antropológia de la religión: etnografía de una localidad manchega. Madrid: Ministerio de Cultura: Secretaria General Técnica: Sundirección General de Publicaciones, Información y Documentación, 2008. 265 p. : il. ; 29 cm. 2007 ISBN 978-84-8181-373-9 (brochado)

CORREIA, Miguel Brito - Arquivo da Associação Portuguesa de Amigos dos Moinhos. Pedra & Cal: Revista da Conservação do Património Arquitectónico e da Reabilitação do Edificado. - Vol. 10, nº38 (Abril-Junho), p.42 ISSN 1645-4863 (brochado)

COSTA, Catarina Alves - Margot Dias, pioneira do filme etnográfico português. Lisboa: Apordoc, 2007. p. 36-38 : il., color. ; 28 cm. docs.pt : revista de cinema documental. - Nº 7, (Outubro), 2008. - 104 p. ISSN 1646-4710 (brochado)

DELGADO BELLÓN; DE LA FUENTE, Rodrigo - Pequeños mundos: casas de muñecas y miniaturas en la colección del Museo del Traje. Centro de Investigación del Património Etnológico: exposición temporal. Madrid : Museo del Traje, 2008. 35 p. : mto il., color.; 15 cm M. 56.917-2008 (Brochado)

docs.pt: revista de cinema documental. Lisboa : Apordoc, 2007. 104 p. : il., color. ; 28 cm. Nº 7, (Outubro), 2008 ISSN 1646-4710 (brochado)

DURAN, Manuel - Descortinares da Índia. [S.l.] : o autor, [199?]. 8 p. : il., color ; 22 cm. Brochado

ESPAÑA. Ministerio de Industria y Energia. Dirección General de la Pequeña y Mediana Industria - Relacion de producciones en video existentes en el Departamento de Documentacion y Asistencia Tecnica. [Madrid] : Dirección General de la Pequeña y Mediana Industria, 1986. 40 p. ; 30 cm. Programa de Artesania - 1986.

ESTREMOZ. Museu Municipal ; ESTREMOZ. Núcleo de Dinamização Cultural - Pequeno Guia da Barrística Estremocense nas colecções do Museu Municipal de Estremoz. Estremoz: Museu Municipal e Núcleo de Dinamização Cultural, [198?]. 36 p. ; 20 cm.

FERNANDES, Isabel Maria ; MOSCOSO, Patrícia ; CASTRO, Fernando - A louça preta de Bisalhães (Mondrões, Vila Real)=The black pottery of Bisalhães (Mondrões, Vila Real). Vila Real: Museu de Arqueologia e de Numismática: Município de Vila Real, 2009. 264 p. : il., color. ; 24 cm 978-972-9138-69-0 [encadernado)

FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES - Agenda 2008. [Lisboa] : Assessoria de Comunicação e imagem, [2007]. [160] p. : il., color. ; 20 cm. ISBN 978-972-8724-14-6 (brochado)

GONÇALVES, Victor S. - Cascais: in the 3 rd millennium BCE. Cascais: Câmara Municipal, [2008]. 16 p.: il., color. ; 21 cm ISBN 978-972-637-193-9 (brochado)

GOUVEIA, Henrique Coutinho - Para a história dos museus locais em Portugal : a propósito da criação do museu de Lorvão. Lisboa : Instituto Português do Património Cultural. Departamento de Etnologia, 1984. 48 p. : il., p. & b. ; 23 cm. (Estudos e Materiais ; 5). (Brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu": guia a partir dos 10 anos. Lisboa : Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 60 p. : il., color, jogos, figuras ; 25 cm ISBN 978-989-8000-67-5 (brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu" : guia a partir dos 6 anos. Lisboa: Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 52 p : il., color, jogos, figuras; 25 cm. ISBN 978-989-8000-64-4 (brochado)

LAPA, Sofia - "Museu, espelho meu": guia a partir dos 3 anos. Lisboa : Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural , 2008. 45 p. : il., color, jogos, figuras; 25 cm ISBN 978-989-8000-61-3 (brochado)

Les jours sur Toile, IIme Série- [Paris] : [Dolffus-Mieg & Cie.], [19--]. - [86] p. : il., p. & b. ; 23 cm. - (Bibliothéque D.M.C)

MARIZ, Vasco - A canção brasileira: (erudita, folclórica e popular). 2ª ed. [Rio de Janeiro] : Ministério da Educação e Cultura : Serviço de Documentação, 1959. 305 p. ; 25 cm. (Coleção "Vida Brasileira").

Mémoire vive: hommages à Constantin Brailou. dir. Laurentt Aubert. Genéve : Musée d'Ethnographie, 2009. 271 p. ; 17,5 cm. (Tabou ; 6). ISBN 978-2-88474-232-0 (brochado)

MIXINGE, Adriano - Made in Angola: arte contemporânea, artistas e debates. Paris: L'Harmattan, 2009. 306 p. ; 24 cm. ISBN 978-2-296-08886-3 (brochado)

MONTEIRO, Celestino Tavares, (1885-1962) - Fundão do meu tempo. Fundão : PAULUS Editora, 1998. 174 p. ; 21 cm. ISBN 972-97736-0-2

MONSTRA: FESTIVAL DE ANIMAÇÃO DE LISBOA - Cadernos da Monstrinha: cinema de animação na sala de aula. Lisboa: MONSTRA, [2008]. 23 p. : il., p. & b. ; 20 cm ISBN 978-989-95727-0-6 (brochado)

Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães: roteiro. Cascais: Câmara Municipal , 2008. 189 p. : il., color. P & b. ; 24 cm ISBN 978-972-637-186-1 (brochado

Museu de São Roque: roteiro. Lisboa: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa: Museu de São Roque, 2009. 130 p. : il., color. ; 24 cm ISBN 978-972-8761-32-5 (brochado)

NEVES, José Manuel das - Museu Marítimo de lhavo. Ílhavo: Caleidoscópio, 2003. 124p. : il.,color ; 24cm. (Arquitecturas) ISBN 972-8801-09-2 (brochado

Normas de inventário: pintura: artes plásticas e artes decorativas. Lisboa : Instituto dos Museus e da Conservação, 2007. 137 p. : il., p. & b., color ; 22 cm. ISBN 978-972-776-356-6

O sol do pintor. [Coimbra] : [s.n.], 2007. 73 p. : il, color. ; 19 cm. ISBN 987-989-95045-2-3

O som da folia : instrumentos musicais de Evilásio Gomes Pereira. Rio de Janeiro : Instituto Nacional de Folclore, 1987. 15 p.: il., p. & b. ; 15 cm. (Sala do Artista Popular ; 34). (Brochado)

PACHECO, Ana Assis; CALADO, Rafael Salinas - Quinta do Pátio d' Água : "entre um laranjal da China e o Cais das Faluas". Lisboa: Edições Colibri , 2005. 63 p.: il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais . Cultura ; 1)
ISBN 972-772-554-6 (brochado)

Patrimónios e identidades: ficções contemporâneas / org. Elsa Peralta, Marta Arnico.- Oeiras: Celta, 2006.- 217 p. ; 23cm. ISBN 972-774-233-5 (brochado)

Pedra & Cal: Revista da Conservação do Património Arquitectónico e da Reabilitação do Edificado. dir. Vítor Cóias. Lisboa: GECoRPA, 2008. 52 p. : il., color. ; 29 cm. Número dedicado ao tema : Património religioso e lugares
sagrados. Vol.10, nº38 (Abril-Junho). ISSN 1645-4863 (brochado)

PENA, António - Montijo: roteiro natural do concelho. Montijo : Câmara Municipal, 2001. 88 p. : il., color. ; 23 cm. ISBN 972-96569-1-6 (brochado)

PIRES, Isabel; CARVALHO, Rosário Salema de - O património azulejar no concelho de Montijo. Lisboa: Edições Colibri , 2008. 161 p. : il., color. ; 22 cm. (Estudos Locais - Cultura ; 7). ISBN 978-972-772-817-6 (brochado)

Programa/06: intervenção comunitária. dir. Dália Paulo . Faro : Museu Municipal, [2006]. 36 p. : il., color. ; 21 cm. (Brochado)

Robots & robots: el empeño del hombre por fabricar máquinas a su imagen y semejanza. Carrusel Gold Collection: revista internacional del juguete y la muñeca antiguos. - Nº18 (Ener/-Marzo 2009), p. 44-49.

RODRIGO, A. Lino - Cordas e guitarras na Torre de Belém. Aerius: magazine da APTCA - Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine. - Nº 12(1988), 26-27

SERRÃO, Vitor; CORDEIRO, Filipa Raposo - Tomás Luis e o retábulo da Igreja da Misericórdia do Montijo. Lisboa: Edições Colibri , 2005. 87 p. : il., color ; 22 cm. (Estudos Locais . Cultura ; 2) ISBN 972-772-566-X (brochado)

SOUSA, Osvaldo de - A arte de Stuart na canção. .Aerius: magazine da APTCA - Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine. - Nº 23(1991), p. 14-16

Survey of Oceanian collections in museums in the United Kingdom and the Irish Republic. [S.l]: UNESCO, 1979. [450] p. : il., quadros ; 30 cm
(Brochado)

XXV anos dos Prémios Castilla y León das Artes. Zamora: Junta de Castilla y León, 2009. 128 p. : il., color. ; 27 cm. M-6745-2009. (Brochado)

quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Ciclo de filmes no MNE. 4 e 5 de Julho.

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quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A Noite e o Dia dos Museus em imagens

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16 Maio - Oficina de danças tradicionais



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16 Maio - Baile Trad

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16 Maio - Oficina Modelação: criar formas

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17 Maio - Teatro O canteiro dos livros

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17 Maio - Concerto Yesterday

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17 Maio - Concerto Noiserv

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18 de Maio - Oficina Restauro de cerâmica

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18 de Maio - Oficina Panelas cantoras

quinta-feira, 14 de Maio de 2009

Selecção de produtos com desconto na loja do MNE

Nos dias 16, 17 e 18 de Maio venha conhecer a selecção de produtos da loja do Museu Nacional de Etnologia com desconto de 50%.

Promoção apenas válida nestes três dias. Aproveite!

quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Noite dos Museus e Dia Internacional dos Museus

O Museu Nacional de Etnologia associa-se uma vez mais às comemorações do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus. Juntem-se a nós!

A Noite dos Museus 16 de MAIO de 2009 (SÁBADO) ENTRADA LIVRE

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 Visita guiada Galerias da Vida Rural
11h30 Visita guiada Galerias da Amazónia
10h30 Oficina de modelação e decoração de peças de olaria de Nisa
14h30 Visita guiada Galerias da Vida Rural
15h30 Visita guiada Galerias da Amazónia
15h00 Oficina Modelação: criar formas
15h00 Ciclo de filmes Práticas de Olaria: documentos do arquivo do Museu Nacional de Etnologia
17h00 Oficina de danças tradicionais
18h30 Ciclo de filmes Ouro da Terra, Sonho das Mãos
21h00 Teatro Por Dulcineia
22h00 Baile Trad Cobblestones + Alfa Arroba
22h00, 23h00 e 24h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural, Galerias da Amazónia

Venda e demonstração da produção de peças de olaria de Nisa, por António Pequito (10h00-21h00).
Venda de produtos do Comércio Justo (10h00-21h00).


DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 02h Público-alvo: público em geral

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 10h30, 14h30, 22h, 23h e 24h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h30, 15h30, 22h, 23h e 24h
Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA DE MODELAÇÃO E DECORAÇÃO DE PEÇAS DE OLARIA DE NISA 10h30
O oleiro António Pequito ensina os passos base de como fazer algumas das peças mais características da olaria tradicional de Nisa, nomeadamente através dos processos de modelação e levantamento na roda alta artesanal com que por norma trabalha na sua oficina. Após cosidas as peças, estas são desenhadas e decoradas pela técnica de empedrado, um dos elementos de maior singularidade nas obras de olaria da região, e que a Sra. Joaquina da Graça Mendes nos irá demonstrar.
Monitorizada por António Pequito e Joaquina da Graça Mendes (oficina 24 541 21 82) Sala de Serviço Educativo Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 15 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 15h
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 3 Duração: 2h Público-alvo: famílias Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

CICLO DE FILMES: PRÁTICAS DE OLARIA 15h
Os filmes seleccionados para este ciclo fazem parte do Arquivo de Imagem em Movimento do Museu Nacional de Etnologia. São nove entre muitos outros documentos que aqui poderíamos mostrar, incidindo sobre o tema da olaria. Quisemos também dar uma ideia da diversidade desses documentos, tanto a nível dos locais de registo, relativos aos cinco continentes, quanto dos seus autores, dez no total, enquadramentos das recolhas e arquivos de origem, e até mesmo do espaço temporal que eles abarcam, entre 1951 e 1997, ou de especificidades mais concretas de gravação, filmes com e sem som, a cores ou a preto e branco.
Auditório Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS 17h
Chegado ao Museu, o público é convidado a viajar pelo universo da música e da dança tradicionais europeias. Esta oficina serve de ensaio ao baile previsto para o início da noite e proporciona um momento de convívio entre os participantes, podendo-se aprender danças de grupos e de pares.
Monitorizada por Patrícia Vieira (www.myspace.com/djoli_maria) Hall principal Duração: 1h30 Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 30

CICLO DE FILMES: OURO DA TERRA, SONHO DAS MÃOS 18h30
Os filmes que integram este ciclo retratam a vida e a obra de sete dos mais populares barristas nacionais, incidindo, sobretudo, no trabalho que produzem em torno do figurado. Realizados por Carlos Barroco, foram apresentados por ocasião do festival cultural Europália, que decorreu em 1991 na Bélgica. Em 2008 o realizador ofereceu ao MNE uma cópia integral destes filmes.
Auditório Duração: 1h15 Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

TEATRO POR DULCINEIA 21h
A Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos apresenta o espectáculo Por Dulcineia, uma comédia para dois actores e cinco bonecos, que selecciona e adapta três episódios do romance de Cervantes, defendendo, de certa maneira, a tese que “tudo o que, em vida, Quixote fez foi por Dulcineia”.
A “espantosa e jamais imaginada aventura dos moinhos de vento”, a “estupenda batalha que o galardoado biscainho e valente manchego tiveram” e “a indústria que Sancho teve para encantar a Sra. Dulcineia e outros sucessos tão ridículos como verdadeiros” são os três episódios glosados. A fixação do guião resulta da “mixagem” das palavras de Cervantes com alguma escrita original (prólogo e epílogo).
Monitorizada pela Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos (geral@valdevinos.net www.valdevinos.net) Jardim Interior Duração: 45 min. Público-alvo: a partir dos 6 anos Número máximo de participantes: 150

BAILE TRAD 22h
A noite será preenchida com muita animação ao som dos grupos de música de dança de raiz tradicional Cobblestones e Alfa Arroba. Eles tocam, ensinam as coreografias e nós… bailamos.
Monitorizada por Tradballs (www.myspace.com/tradballs), Cobblestones (www.myspace.com/cobblestones) e Alfa Arroba www.myspace.com/alfaarroba) Hall principal Duração: 4h Público-alvo: público em geral

APAGAM-SE AS LUZES 02h

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DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 17 E 18 DE MAIO DE 2009 (DOMINGO E 2.ª FEIRA) ENTRADA LIVRE


17 de Maio (Domingo)

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 e 15h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural
11h30 e 16h00 Visita guiada Galerias da Amazónia
14h30 Oficina de modelação de figurado em barro
14h30 Oficina Modelação: criar formas
16h00 Teatro O Canteiro dos livros
17h00 Concerto Yesterday + Noiserv

Venda de produtos do Comércio Justo (10h00-18h00).
Venda e demonstração da produção de peças da artesã Ana Franco (11h00-18h00).

DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 18h Público-alvo: público em geral

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 10h30 e 15h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h30 e 16h

Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: público em geral Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA DE MODELAÇÃO DE FIGURADO EM BARRO 14h30
Nesta actividade as famílias são convidadas a modelar uma figura em barro fazendo uso das mãos como principal ferramenta de trabalho. Desde o estender do barro até à composição inesperada de uma peça, a artesã Ana Franco explica, passo a passo, o processo de modelação que utiliza nas suas criações em barro, que nos remetem para o universo da olaria da região de Mafra.
Monitorizada por Ana Franco (www.anafranco.org) Sala de Serviço Educativo Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 15 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 14h30
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, os teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 3 Duração: 2h Público-alvo: famílias Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

TEATRO O CANTEIRO DOS LIVROS 16h
“Francisco nem queria acreditar no que os seus olhos viam. No canteiro das hortênsias, no fundo do quintal, tinham começado a sair da terra mole pedaços de folhas com palavras impressas e mesmo algumas lombadas de livros. O que estaria a acontecer no seu quintal, onde tudo parecia viver na maior paz e harmonia, sem espaço nem tempo para acontecimentos inexplicáveis?”
“O Canteiro dos Livros” conta a relação de cumplicidade e mistério, que se transforma num segredo bem guardado, entre um menino e um canteiro no qual para além de flores nascem livros.
Monitorizada pela Companhia de Teatro de Marionetas Os Valdevinos (geral@valdevinos.net www.valdevinos.net) Jardim interior Duração: 45 min. Público-alvo: a partir dos 6 anos Número máximo de participantes: 150

CONCERTO YESTERDAY + NOISERV 17h
Criado em 2001, Yesterday é o projecto a solo do cantautor Pedro Augusto. Nasce de uma esperança sempre renovada em petrificar algo passado, de o tornar imutável, porque é nas suas canções que se tenta renovar um sentimento de algo que se julgava irremediavelmente perdido. As músicas da demo “Once Upon a Forest” já foram apresentadas em Portugal e em Las Vegas (International Music Fest). Em 2006, o projecto obteve o primeiro prémio no conceituado concurso “Termómetro Unplugged”. De momento o projecto encontra-se em fase de gravação do álbum “Eu Já Cá Estive Antes”.

David Santos dá forma a Noiserv quando, em 2005, grava uma demo de três músicas para participar no “Termómetro Unplugged” desse ano. A sua música foi escolhida e David participou na eliminatória do Porto, no Contagiarte, e apesar de não ter sido seleccionado para a final acabou por servir de entusiasmo para prosseguir o caminho. Mais tarde, em Julho do mesmo ano, acaba por editar essa mesma demo em formato EP online na Merzbau. Em 2007 começa a trabalhar em "One Hundred Miles From Thoughtlessness". O disco de estreia foi lançado em Outubro de 2008, em edição de autor com apoio da Merzbau.

Yesterday (yesterday@megamail.pt www.myspace.com/projectyesterday) Noiserv (noiserv@gmail.com www.myspace.com/noiserv) Auditório Duração: 2h Público-alvo: adulto Número máximo de participantes: 160

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18 de Maio (2.ª feira)

10h00 Diaporama Olaria Utilitária Portuguesa: imagens de Manuel Durão e Maria Helena Lemos (1984-1991)
10h30 14h30 Oficina Moinhos e moídos
10h30 14h30 Oficina Modelação: criar formas
10h30 14h30 Oficina Panelas cantoras
10h30 14h30 Oficina Coisas de pastor…
10h30 14h30 Oficina Restauro de cerâmica
11h00 15h00 Visita guiada Galerias da Vida Rural, Galerias da Amazónia
12h00 16h00 A Hora do Conto

DIAPORAMA: OLARIA UTILITÁRIA PORTUGUESA 10h
Noventa imagens em cerca de 10 minutos dão-nos conta do projecto de investigação realizado, na década de 1980, por Manuel Durão e Maria Helena Lemos em torno da olaria utilitária portuguesa, que abordou a quase totalidade dos centros oleiros então existentes no país. Fazem parte de um conjunto de cerca de 7.000 registos fotográficos que documentam o trabalho de algumas dezenas de oleiros contactados. A sequência é marcada pelos momentos essenciais implicados na cadeia operatória do processo de fabrico de um objecto de barro até à ocasião da sua venda em bancas de comércio.
Hall da sala 1 Duração: até às 18h Público-alvo: público em geral

OFICINA MOINHOS E MOÍDOS 10h30 e 14h30
Os cereais são vegetais que estão na base da nossa alimentação. Uma das formas de aproveitamento alimentar das sementes e dos grãos passa pela sua transformação em granulados e farinhas. Descascar, esmagar ou farinar são algumas das acções realizadas pelos sistemas de moagem, como por exemplo os almofarizes, as mós e os moinhos accionados manualmente, ou outros ainda movidos pela força das águas, dos ventos ou de animais, como as atafonas.
No sector de reserva Galerias da Vida Rural podes conhecer alguns destes engenhos e até mesmo experimentar a tua força e habilidade numa mó manual! Nesta visita ficarás ainda a saber o que faz um moleiro, quais os usos da farinha e a identificar o grão dos cereais que comes ao pequeno-almoço com leite, ou com os quais se faz o pão ou as doces pipocas!
Depois da visita, vamos dobrar, cortar, pintar e montar um moinho com velas ou fazer um quadro colorido com a energia de um sopro.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural + Sala de seminário norte Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA MODELAÇÃO: CRIAR FORMAS 10h30 e 14h30
A motivação principal desta actividade é a exposição Exercício de Inventário: a propósito de duas doações de olaria portuguesa. A oficina contempla um trabalho prévio de observação em registos gráficos e cromáticos, e depois a criação de formas em barro e/ou pasta de modelar.
De acordo com as faixas etárias dos participantes, serão aplicadas técnicas de modelação, como por exemplo o processo do rolo ou a execução de placas, e dados a conhecer de perto alguns utensílios destas técnicas, teques e ainda outros que permitem criar diferentes texturas.
A decoração dos trabalhos realizados privilegia técnicas de acabamento observadas nas peças da exposição, ou seja, as gravações e as incrustações.
Monitorizada por técnicos do MNE Exercício de Inventário + Sala 3 Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA PANELAS CANTORAS 10h30 e 14h30
Vem conhecer as panelas cantoras dos índios Wauja, através de uma “viagem” às Galerias da Amazónia do Museu Nacional de Etnologia. A seguir à visita participarás numa oficina de expressão plástica, durante a qual poderás modelar panelas com massa pão.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia + Sala do Serviço Educativo Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA COISAS DE PASTOR… 10h30 e 14h30
Coisas de pastor... convida o público mais jovem a conhecer o pastoreio nos meados do século passado, em Portugal, através de uma visita pelo sector de reserva Galerias da Vida Rural, onde é possível ver abrigos, tais como choças e choupanas, e outros utensílios próprios da actividade, entre os quais cajados, fechos de coleira, coleiras de cães, badalos, pintadeiras, tarros, tropeços, cornas, que muitas vezes eram construídos pelos próprios pastores.
Após a visita, o grupo participará numa oficina de expressão plástica, que convida a fazer um quadro, um abrigo de pastor ou ainda a experimentar as nossas pintadeiras, que serviam para carimbar os pães e os bolos cozidos em fornos colectivos.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural + Sala de seminário sul Duração: 1h30 Público-alvo: infanto-juvenil (>3 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

OFICINA RESTAURO DE CERÂMICA 10h30 e 14h30
A actividade que aqui se desenvolve tem por finalidade a transmissão de conceitos e metodologias, que assistem as acções de conservação e restauro. Neste atelier dá-se a possibilidade de experimentar três etapas que integram o restauro de cerâmicas: a colagem, a reconstituição volumétrica e a reintegração cromática. São demonstradas técnicas e materiais empregues em acções deste cariz e transmitidas as principais razões que determinam as opções tomadas.
Monitorizada por técnicos do MNE Sala 4 Duração: 1h30 Público-alvo: juvenil (>12 anos) Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA VIDA RURAL 11h e 15h
Este sector de reserva, que alberga cerca de 4000 objectos, é um espaço dedicado às colecções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Vida Rural Duração: 50 min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

VISITA GUIADA ÀS GALERIAS DA AMAZÓNIA 11h e 15h
Espaço de reserva que permite trazer a público a totalidade das colecções do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica, destacando-se a constituída por Victor Bandeira na década de 1960 e a de Aristóteles Barcelos Neto, organizada junto dos índios Wauja do Alto Xingu em 2000.
Monitorizada por técnicos do MNE Galerias da Amazónia Duração: 50 min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 25 Marcação prévia

A HORA DO CONTO 12h e 16h
Sessão de contos recolhidos da tradição oral portuguesa, pelo contador de histórias António Fontinha, alusivos ao tema da olaria presente na exposição Exercícios de Inventário: a propósito de duas colecções de olaria tradicional portuguesa.
Monitorizada por António Fontinha (Associação de Contadores de Histórias Ouvir e Contar 91 959 63 97) Auditório Duração: 30min. Público-alvo: infanto-juvenil Número máximo de participantes: 160 Marcação prévia

quinta-feira, 2 de Abril de 2009

A Área de Conservação e Restauro e as exposições

Na realização de uma exposição é necessária a participação de todos os sectores do Museu.

As exposições são realizadas com objectos representativos dos temas a tratar. Esses objectos são, na sua maioria, pertencentes ao MNE embora por vezes se recorra a empréstimos exteriores. É necessário garantir previamente que o estado de conservação dos objectos permite a sua exposição.

Para alem dos objectos há também a utilização de imagem em movimento (filmes projectados em tela ou em monitor), imagem parada (fotografias ampliadas) som, textos (legendas, textos de parede ou folhas volantes) para ilustrar o tema da exposição.

Os sistemas expositivos são muito variados. Os objectos podem estar:

·    suspensos;

·    sobre um suporte (normalmente em metal, acrílico ou madeira e construídos especificamente para cada objecto) ou

·    assentes directamente nos expositores.

Todas estas possibilidades podem ainda ocorrer dentro ou fora de vitrinas fechadas.

Em todas as exposições é feito um relatório de montagem que inclui o estado de conservação dos objectos, os sistemas expositivos e de apoio bem como a sua distribuição na sala e recomendações de trabalho. É assegurada uma monitorização regular para detectar eventuais anomalias ou problemas causados pelas soluções utilizadas na exposição. Inicialmente a monitorização ocorre uma vez por semana sendo esse período progressivamente espaçado, caso não sejam detectados problemas. Em situações regulares a monitorização ocorre mensalmente sendo elaborado um relatório. As situações irregulares são também registadas em relatório.

As segundas-feiras e terças-feiras de manhã são utilizadas para a realização de limpezas mais detalhadas e manutenção dos equipamentos, uma vez que nessas alturas as exposições não estão abertas ao público.


Pormenor da degradação (mancha branca sobre o estrado verde) causada pelo tombo do objecto provocado por um visitante


Vestígios da actividade de insectos xilófagos num objecto da exposição “Sogobò” detectados durante a monitorização


Catarina Teixeira (esquerda) e Mariana Duarte (direita) durante a montagem da exposição “Com os índios Wauja” colocando uma máscara no suporte


Mariana Duarte (esquerda) e Catarina Teixeira (direita) durante a montagem da exposição “Com os índios Wauja” preparando um objecto para suspender

quinta-feira, 26 de Março de 2009

O MNE no MatrizNet

Conheça as colecções do Museu Nacional de Etnologia e de outros museus no MatrizNet.

Pode aceder através do endereço http://www.matriznet.imc-ip.pt/ipm/

terça-feira, 17 de Março de 2009

Balanço da Monstrinha no MNE

Entre os dias 9 e 15 de Março decorreu a 8.ª edição do festival de animação MONSTRA. O evento teve lugar em vários espaços da cidade de Lisboa, entre os quais o Museu Nacional de Etnologia que acolheu a MONSTRINHA, uma extensão do festival dedicada ao público mais jovem.

O auditório do Museu foi palco para 20 curtas-metragens, agrupadas em três categorias de acordo com a faixa etária do público-alvo (pré-escolar – 3 aos 6, Infantil – 7 aos 12 anos e Juvenil – mais de 13 anos), e ao longo da semana, entre os dias 9 e 13 de Março, realizaram-se 14 sessões, nas quais tiveram presentes 929 espectadores. Para colmatar as restrições de horário de algumas escolas foram realizadas 4 das sessões extra.

Excepcionalmente, o Museu abriu também as suas salas de exposição e de reservas visitáveis à 2.ª feira e 3.ªfeira (no período da manhã), e durante toda a semana as escolas puderam visitar aqueles espaços com visita guiada, feita pelos técnicos do Museu.

Entre as opiniões dos participantes, recolhidas nas fichas do Serviço Educativo, os aspectos positivos mais referidos referem a organização do evento e a forma como foram recebidos e acompanhados pelos técnicos do Museu.

Obrigada a todos.